quarta-feira, 3 de abril de 2013


  A HISTÓRIA DE DUQUE


    - Vocês gostariam de ouvir o meu cavalo falar? – perguntou o Sr. Oliveira, por cima da cerca dos fundos, para os três meninos que tinham se mudado recentemente para aquela vizinhança e estavam brincando num terreno vazio ali perto.
    - Oh, sim – respondeu Tony, e todos os três vieram correndo.
    O Sr. Oliveira abriu o portão e deixou que eles entrassem na estrebaria. O Sr. Oliveira era um dos bons policiais da cidade. Ele gostava muito de meninos e também gostava muito de cavalos. Os meninos tinham visto seu bonito cavalo branco bem na frente de um desfile. Eles gostavam de ver o Sr. Oliveira escovar o Duque, e pentear o seu rabo e sua crina. Ele trazia uns dois ou três baldes de água morna e lavava Duque por inteiro. O cavalo ficava parado em pé, olhando ao redor de vez em quando. Se fosse um desfile muito especial, o Sr. Oliveira também dava polimento nos cascos de Duque. Depois pegava uma sela muito limpa e brilhante que com todo cuidado colocava em cima do cavalo, e gentilmente, mas com firmeza amarrava o cinturão.
    O Sr. Oliveira sempre usava sua roupa de montaria – camisa amarela e calça marrom. Também usava um chapéu marrom. O chapéu era tão grande que parecia um sombreiro mexicano. Ele também tinha espora brilhante, mas muito raramente as usava.
    Nas grandes paradas, a melhor banda normalmente estava bem atrás de Duque e do Sr. Oliveira. Duque havia sido treinado para saber o que fazer quando o Sr. Oliveira batesse no seu lado ou puxasse as rédeas. Ele podia marchar e marcar o tempo da música. Algumas vezes ele parava prestando atenção por uns minutos. Ele podia se sustentar em suas patas traseiras e levantar as patas dianteiras como se fosse um cachorrinho ensinado.
    Muitas vezes ele balançava a cabeça impaciência, e andava de um lado para o outro, ansioso para mostrar o que realmente sabia fazer. Quando a banda começava a tocar uma marcha alegre, ele podia marchar e mover a cabeça no compasso da música, no tempo perfeito.
    Neste dia especial, o Sr. Oliveira queria mostrar para os meninos que seu cavalo podia fazer alguma coisa mais do que marchar no tempo da música, como fazem os soldados.
    - Vocês sabiam que o meu Duque pode falar? – começou a perguntar logo que fechou o portão. Os meninos arregalaram os olhos e prestaram atenção.
    - Eu nunca ouvi um cavalo falar – disse Frederico
    - Bem, o Duque fala – disse o Sr. Oliveira. – Você não será capaz de ouvir, mas poderá ver como me responde.
    - Como é isto? – todos perguntaram de uma só vez.
    - Ele pode escrever? – perguntou Daniel, porque uma vez tinha visto um cavalo pegar um lápis com seus dentes e fazer números.
    - Vou fazer umas perguntas para ele – disse o Sr. Oliveira. – Duque, você já tinha visto estes meninos antes? – ele começou. O cavalo começou a mover sua cabeça para cima e para baixo, de maneira a dizer “Sim”.
    - Algum deles jogou pedras em sua estrebaria?
    Novamente Duque moveu a cabeça para cima e para baixo.
    Os meninos se lembraram de que haviam jogado pedacinhos de madeira, cascas e também pedras, através da cerca para ver Duque correr, e ficaram felizes porque o Sr. Oliveira não olhou para suas caras de culpados.
    - Você gosta disto, Duque? – perguntou o Sr. Oliveira. O cavalo balançou fortemente a cabeça de um lado para o outro.
    - Eu sei que vocês gostam de Duque tanto quanto eu. Vocês não quiseram machucá-lo. Se ele tivesse ficado assustado por causa da pedra, poderia ter se jogado contra a cerca e quebrado a perna, ou ter furado um olho, poderia ter rompido a cerca e corrido para fora – disse o Sr. Oliveira.
    - Nós não jogaremos mais nada contra ele novamente – disse Daniel. – Não pensamos que poderíamos machucar o Duque, somente pensamos que seria divertido ver como ele pulava e corria.
    - Não haveria nenhum outro cavalo que liderasse a parada se ele tivesse fugido – acrescentou Frederico pensativamente.
    Tony estava pensando em uma coisa muito dura.
    - O senhor teria que dar um tiro nele se por acaso tivesse quebrado uma perna, teria que matá-lo, não teria, Sr. Oliveira?
    O Sr. Oliveira baixou a cabeça, enquanto trazia uma forte caixa de madeira que colocou na frente de Duque. O cavalo colocou suas patas em cima da caixa. Então ele levantou a pata direita e dava a mão a cada menino quando lhe davam um pequeno torrão de açúcar.
    Tony, Daniel e Frederico vão à estrebaria de Duque cada dia. Mas vocês podem estar certos de que não jogam mais pedra. Mas eles ainda estão admirados de como Duque sabia responder Sim ou Não às perguntas do Sr. Oliveira.

    Por que vocês acham que os meninos jogavam pedras em Duque? Vocês acham que eles sabiam que era errado? Por quê? A que mandamento ou regra estavam desobedecendo quando eram maldosos para com o cavalo? Será que eles imaginavam o que poderia acontecer ao cavalo quando jogavam pedras nele? O que vocês imaginam que os meninos estavam  pensando quando apertavam a mão (pata) de Duque?

terça-feira, 2 de abril de 2013


  A EXPOSIÇÃO DE FLORES DE GUILHERME


   Guilherme, um dia, foi com sua escola visitar uma exposição de flores. Era muito divertido sair com os professores e com as outras crianças. Guilherme deu a mão para seu melhor amigo e para algumas outras mamães, e os professores também estavam ali junto com eles.
    Quando voltou para casa, Guilherme contou para a mãe tudo o que tinha visto na exposição de flores. Ele contou que tinha visto flores azuis, flores cor-de-rosa, e flores amarelas. Havia muitas flores, tipos diferentes, eram tantas que Guilherme não pôde ver tudo.
Guilherme estava tão excitado que quase não podia parar de falar.
    A mamãe ficou feliz em ver que Guilherme gostava de flores. E ela disse:
    - Guilherme, estou contente porque você gosta das flores, porque algum dia nós vamos a um lugar onde existem flores muito mais bonitas do que as que você viu hoje.
    - Onde, mãe? Onde? Eu quero ir – disse Guilherme feliz, pulando, pronto para ir ali.
    - Não é agora, Guilherme – disse a mamãe. – Logo Jesus vai voltar para  nos levar a um lugar maravilhoso, chamado Céu. Lembra que estudamos sobre o Céu na lição da Escola Sabatina. Lá vamos ver lindas flores como as que você viu hoje, e além disto, haverá outras coisas bonitas. Lá vai haver bonitos pássaros que cantam, e animais com os quais poderemos brincar. Além disso, todos vamos ter uma coroa brilhante para usar. Vai ser maravilhoso ir para o Céu. E Jesus vai estar conosco lá. Ele vai nos dizer o nome de todas as flores, também vai fazer com que elas cresçam. Eu quero ir para o Céu, você também quer?
    - Sim, mamãe, eu quero ir para o Céu. Quero ver as flores, quero usar uma coroa, e principalmente, quero ver a Jesus – disse Guilherme para sua mãe.
    Eu também quero ir, e vocês?

    Que coisas Jesus criou que vocês gostam hoje? Vocês acham que elas serão ainda melhores quando estivermos lá no Céu? De que maneira?








sexta-feira, 29 de março de 2013


PROTEGIDOS PELA CRUZ

TEXTO DE REFERÊNCIA
Isaias 53:5
OBJETIVO
Aprender que a morte de Jesus na cruz é garantia de vitória contra o mal.
RECURSOS
Um galho de árvore fino e pequeno, um cano de metal, de preferência, e uma cruz.
INTRODUÇÃO
Hoje eu quero mostrar uma coisa para todos, e tenho certeza que todos aqui já viram (mostrar o galho da árvore).
DESENVOLVIMENTO
Você acha que é fácil ou difícil quebrar esse galho? Vamos ver (quebrar a ponta do galho)? Foi fácil quebrar esse galho porque ele está desprotegido. Agora, se eu colocar o galho dentro desse cano (colocar o galho dentro do cano). O que vai acontecer? Vai ser mais fácil de quebrar ou difícil? Vamos  ver (fazer bastante força, tentando quebrar cano com o galho dentro) ? não dá para quebrar, sabe por quê? Porque esse galho dentro do cano está protegido. Do mesmo jeito acontece conosco. Jesus nos protege como este cano faz com o galho (mostre o cano). Ele morreu para nos salvar e quer sempre proteger a nossa vida de todo o mal. Mas Jesus só pode nos proteger, se nós estivermos bem pertinho dEle (mostre uma cruz e fique bem pertinho dela). Quanto mais pertinho de Jesus nós ficamos, mais seguros vamos estar. Se Jesus é trocado pelo videogame, pelo computador, pela internet, pelos brinquedos, pelas palavras feias ou qualquer outra coisa, nós ficamos sem a sua proteção, e o inimigo pode nos fazer cair em tentação (quebre o galho novamente).
APELO
Jesus tem um convite hoje para nós. Enquanto muitas pessoas estão acreditando na mentira de que a páscoa só serve para comprar chocolates ou aproveitar o feriado, nós precisamos saber que ao comemorar a páscoa, há muitos anos atrás Jesus morreu para nos salvar e nos proteger do mal, do pecado. Ele quer que fiquemos bem pertinho dEle a cada dia (fique pertinho da cruz). Que aqui deseja hoje ficar bem pertinho de Jesus? Vamos orar pedindo isto?
(Peça para as crianças repetirem (opcional) a oração dizendo que querem ficar todos os dias pertinho desse Jesus que deu a vida para salvá-las). 


Atividades da Adoração Infantil

























sexta-feira, 22 de março de 2013


TEMPO DE ORAÇÃO

TEXTO DE REFERÊNCIA

“E tudo quanto pedirdes em oração, crendo, recebereis”. Mateus 21:22

OBJETIVO

Aprender que a oração ajudou Martinho Lutero e pode nos ajudar também.

RECURSOS

Aparelhos telefônicos diferentes, um relógio no qual os ponteiros possam ser movimentados e a figura de Matinho Lutero.

INTRODUÇÃO

A maioria de nós já usou um aparelho parecido com esses ou tem algum telefone em casa (mostrar os telefones). Com o telefone nós falamos com as pessoas, damos recados, conversamos para acabar com a saudade, fazemos pedidos, resolvemos problemas; enfim, o telefone é um aparelho muito importante.

DESENVOLVIMENTO

Do mesmo jeito que usamos o telefone para falar com as pessoas e, não vemos quem está do outro lado da linha, podemos usar a oração para falar com Jesus. Eu não vejo Jesus quando estou orando, mas eu sei que Ele está me ouvindo, está lá do alto me atendendo e me escutando com todo o carinho. Martinho Lutero (mostrar a figura), um servo de Deus que nós já conhecemos, estava preocupado porque alguns príncipes da Alemanha estavam participando de reuniões para decidir o futuro do povo de Deus, do  povo que acreditava na Bíblia e em Suas verdades. Lutero sabia que isso era algo muito importante. E sabe o que ele fazia para ajudar? Ele passava todos os dias, pelo menos, três horas orando (mostrar relógio e movimente os ponteiros). Observe que o ponteiro do relógio dava uma volta e ele estava orando. Isso mostra que Lutero tinha muita coisa importante para falar com Deus e que ele era amigo de Jesus. As orações de Lutero ajudaram os príncipes, ajudaram seu amigo Melanchton, e todos os cristãos daquela época.

APELO

A oração é nosso telefone para falar com Deus (mostrar o telefone) e não precisa pagar a conta no final do mês. Quanto tempo você ora? Você faz orações pequeninas na hora da comida ou fala para Jesus o que realmente está sentindo? Você conta todos os dias para Jesus o que aconteceu com você, com seus pais, na escola e o que você está precisando ou repete a mesma oração todos os dias antes de dormir? Precisamos seguir o exemplo de Lutero e gastarmos mais tempo orando a Jesus. Vamos aproveitar e orar agora?

(Ore com as crianças, mencionando a necessidade de orarmos mais. Se as crianças são pequeninas, podem repetir a oração.)
 

ESCONDIDO  NUM  CASTELO

 

TEXTO DE REFERÊNCIA

“A revelação das Tuas Palavras esclarece e dá entendimento aos simples.” Salmo 119:13

OBJETIVO

Saber que mesmo em momentos difíceis, precisamos compartilhar o amor de Deus aos outros.

RECURSOS

Um boneco pequeno para representar o profeta Elias, uma caverna, que pode ser feita com papel ou papelão, uma figura de Martinho Lutero, uma figura do castelo de Wartburgo, um tinteiro, uma pena, papel e uma Bíblia.

 

INTRODUÇÃO

A Bíblia conta a história de um personagem especial que depois de ter vencido os profetas de Baal, ficou com medo de uma mulher chamada Jezabel e, por este motivo, se escondeu dentro de uma caverna (colocar o boneco dentro da caverna). Quem foi esse personagem? Foi Elias. Não deve ter sido fácil para Elias ficar escondido sozinho numa caverna.

DESENVOLVIMENTO

Muitos anos depois que isso aconteceu com Elias, Martinho Lutero, (mostrar a figura) esse homem de Deus, também precisou se esconder dos homens que não obedeciam à Palavra de Deus. Só que ele não se escondeu numa caverna. Ele se escondeu num castelo, (mostrar a figura) um castelo grande que ficava em Wartburgo, Alemanha. Imagine, Lutero precisou ficar lá sozinho, escondido desses homens que não amavam a Deus. Depois de um tempo, Deus mostrou a Lutero que deveria sair daquele castelo e deu para ele um a grande missão. Ele pegou tinta e papel (pegar os objetos mencionados) e começou a traduzir a Bíblia para o alemão, a língua que as pessoas do país dele podiam entender. Ele fez isso com todas as páginas do Novo Testamento e começou a distribuir Bíblias para várias pessoas (simular como que estivesse entregando Bíblias). Muitas pessoas começaram a conhecer as verdades da Palavra de Deus e entregar o coração a Jesus. Isso tudo porque Lutero não desanimou e procurava sempre fazer a vontade de Deus.

APELO

Muitas pessoas conseguiram ler a Bíblia por causa do trabalho de Lutero. Quantas pessoas já aprenderam da Bíblia por causa do seu trabalho? Para quantos amiguinhos você já contou uma história da Bíblia, pelo menos. A Bíblia é a Palavra de Deus. Precisamos contar aos outros o que sabemos sobre ela.

(Peça a um juvenil para orar, agradecendo a Deus porque Lutero confiou em Deus mesmo estando sozinho num castelo e por ter levado a Palavra de Deus a tantas pessoas na sua época).