quinta-feira, 18 de junho de 2015

Você Não o Viu?

Texto bíblico: “Deus é o nosso refúgio e a nossa fortaleza, auxílio sempre presente na adversidade.”
Salmo 46:1.

Objetivo: Mostrar que Deus sempre estava com Ellen White e a ajudava.

Recursos utilizados: Foto da casa de Ellen White em Elmshaven. Disponível neste link:
http://centrowhite.org.br/downloads/imagens/familia-white/elmshaven/

Introdução: Hoje nossa igreja está comemorando o Dia do Ancião. Quero saber se vocês, crianças,
sabem quem são os anciãos desta igreja e qual o trabalho deles. (Dar oportunidade para as crianças falarem.)
Será que os anciãos podem se levantar para que as crianças saibam quem são eles? Os anciãos
são pessoas escolhidas especialmente para ajudar nas atividades da igreja. São eles quem, muitas vezes,
escolhem as pessoas que vão pregar e que ajudam o pastor na hora dos anúncios e na organização dos
programas da igreja. Se perguntarmos para o pastor, ele vai dizer que o trabalho dos anciãos é muito importante,
mesmo quando ele não é visto pelas pessoas. A história de hoje também fala de uma ajuda especial
e que foi muito importante para que Ellen White realizasse seu trabalho como mensageira do Senhor.

História Bíblica: Ellen e Tiago White tinham sua família, com seus filhinhos bem ativos. Eles amavam
estar junto dos pais. Mas, muitas vezes, o casal precisava viajar para lugares distantes, a fim de atender
alguma necessidade da igreja e não podiam levar os filhos com eles. Então, Deus providenciava alguém
bondoso para cuidar dos meninos. Normalmente, era alguma família que tratava os filhos de Tiago e
Ellen como seus próprios filhos. Mesmo distante, Tiago e Ellen oravam por seus filhos e, sempre que
conseguiam, lhes enviavam cartas amorosas, cheias de conselhos para que eles fossem bons meninos.
Assim, o casal se sentia amparado pelas pessoas e também por Deus.
Outra maneira pela qual Ellen White se sentia ajudada e amparada por Deus era por meio do anjo
que sempre estava com ela. Desde o início do seu trabalho, Deus prometeu que ela teria um anjo ao
seu lado. Na verdade, Deus disse que Ele enviaria, além do anjo de Ellen, mais um anjo para animá-la
e fortalecê-la quando as coisas se tornassem muito difíceis para ela. Ao longo de sua vida, Ellen viu essa
promessa cumprida diversas vezes.
Alguns contam que na casa em Santa Helena, onde Ellen viveu seus últimos anos de vida, era fácil
perceber quando o anjo estava com ela. Havia um hospital que ficava perto da casa da Sra. Ellen e, de
lá, os funcionários viam uma luz especial, à noite, enquanto ela estava escrevendo em seu escritório.
Certa ocasião, quando recebeu a visita de um grande amigo chamado pastor Daniells, ela lhe perguntou
se ele tinha visto o anjo quando subiu a escada da casa. Surpreso, ele disse que não. Ela, então
lhe disse que ele tinha passado pelo anjo quando parou ao lado da porta.

Apelo: Era assim que Ellen White vivia. Tinha certeza de que Deus a amparava e a ajudava quer por
meio de amigos bondosos ou de anjos que eram enviados para fortalecê-la e animá-la. Deus oferece
essa mesma ajuda para nós também; basta pedirmos! Que Deus abençoe a todos os anciãos e que todos
os membros desta igreja ajudem uns aos outros até que estejamos juntos no Céu!





domingo, 14 de junho de 2015

Maçãs Estragadas


“... Limpa primeiro o interior do copo, para que também o exterior se torne limpo” (Mateus 23:26).

Textos adicionais: Provérbios 16:18; Colossenses 3:8, 9; Apocalipse 21:8; Efésios 4:29; Levíticos 19:17; I João 3:15.


Material Necessário

1 maçã vermelha
4 fios de barbante com 5 cm cada
Faca afiada ou estilete
Giz de cera preto
Objeto com ponta fina (tesoura, faca, furador de fruta etc.)

Modo de Preparar

Pinte a ponta de cada fio com giz de cera preto e mergulhe-os em água por alguns minutos.

Com a faca, lasque a casca da maçã de baixo para cima em quatro pontos, cuidando para deixar um lado preso, sem soltá-lo totalmente (essas lascas devem ser feitas como se fossem janelinhas no local onde normalmente você colocará os seus dedos para segurar a maçã durante a apresentação). Levante cada lasca da casca e, com o auxílio de um objeto com ponta, faça buracos com 2,5 a 3 cm de profundidade. Coloque um verme (bicho) de barbante em cada buraco, deixado a cabeça preta suficientemente exposta para saltar para fora facilmente. Volte a lasca da maçã para o seu lugar.

Os cortes devem estar totalmente ocultos por seus dedos enquanto a maçã for mostrada às crianças. A maçã deve ser usada imediatamente depois que foi preparada, visto que os buracos logo ficarão evidentes se ficarem escuros.

Mensagem 

Reafirme a beleza da maçã e lembre às crianças como é gostoso comer uma maçã quando estamos com fome. Porém, algumas vezes a aparência exterior é enganosa.

Esta maçã está linda por fora e parece estar deliciosa, mas vamos olhar mais de perto... (encontre uma das lascas, mantenha as demais ocultas sob seus dedos e volte a lasca no lugar).

Sim, este é um lugar que não poderíamos ver. Vejam agora!

(Comece a puxar o “bicho” para fora. Puxe cerca de três quartos dele e, se conseguir, dobre-o. Deixe-o nessa posição até que tenha falado a seu respeito; depois, remova-o totalmente.)

Algumas pessoas se parecem com este verme. Parecem ser boas e piedosas porque vêm à igreja normalmente e têm a aparência de serem muito cristãs, porém, interiormente, onde Deus vê, há certos pecados que arruínam sua boa imagem (repita o procedimento com cada “verme”, nomeando um a um pelos pecados relacionados abaixo e fazendo aplicações adequadas).

Vermes (ou bichos)
(Use as referências bíblicas como base para os seus comentários.)

1. Orgulho - Provérbios 16:18.
2. Mentiras - Colossenses 3:9; Apocalipse 21:8.
3. Palavras impróprias, indecentes - Colossenses 3:8; Efésios 4:29.
4. Ódio - Levíticos 19:17; I João 3:15.

REFLEXÃO 

É muito comum uma maçã saudável apodrecer após algum tempo fora do pé, mas é impossível uma maçã podre voltar a ser boa. E é exatamente isso o que acontece com o poder de Deus em nossa vida.

Esse é o único poder que transforma algo estragado pelo pecado em algo totalmente puro, saudável e bom. Quantos aqui gostariam de pedir a Jesus que os ajude a serem bons para o papai, para a mamãe e seus coleguinhas? Quero ver as mãos!





sábado, 13 de junho de 2015

A PROMESSA DE PAULA

    “Clara”, chamou Paula da frente de sua casa, “espere um minuto! Quero lhe contar uma coisa”.
    E Paula correu bem depressa para o portão onde Clara estava esperando.
    “O que tem de tão importante?”, perguntou Clara, “parece que você encontrou um milhão de dólares ou coisa semelhante”.
    “Não”, disse Paula, “eu não achei um milhão de dólares nem coisa semelhante. Eu tenho um trabalho para esta noite. Eu estava esperando conseguir um trabalho para poder ajudar a comprar meu uniforme escolar, e agora encontrei. Vou cuidar dos gêmeos da Sra. Mendes. Ela precisa sair por algumas horas para cuidar de sua mãe que está doente”.
    “Ah, isto, disse Clara”, eu poderia dizer que é mais do que um trabalho. Eu cuidei dos gêmeos da Sra. Mendes, uma vez quando eram bebezinhos, mas a Sra. Mendes era tão crítica e maldosa, que preferi nunca mais trabalhar para ela”.
    Clara começou, bem devagar a caminhar para longe do portão. “Bem, divirta-se”, ela disse, “talvez você goste da maneira como a Sra. Mendes dá ordens, mais do que eu”.
    Paula voltou a sentar-se na beira da varanda. Ela se sentia preocupada, será que Clara estava com inveja? Ou será que é tão difícil trabalhar para a Sra. Mendes? Paula viu quando Clara dobrou a esquina em direção da casa de Maria. Era muito bom e divertido ser amiga de Clara e Maria. As duas eram muito populares, e Paula também se sentia popular quando estava com elas.
    A Sra. Mendes estava pronta para sair quando Paula chegou. “Estou muito feliz porque você chegou na hora”, disse ela, convidando Paula para entrar em casa. “Este é um momento muito difícil para mim, me sentiria muito melhor se pudesse encontrar alguém em quem confiar. Eu gostaria de lhe dizer exatamente o que espero que você faça, para que possamos nos entender desde o começo. Eu quero que você  me prometa que nunca deixará a casa, sejam quais forem às circunstâncias. Se alguma coisa errada acontecer com os gêmeos, quero que me chame imediatamente. Você pode me prometer isto?”
    “Sim, certamente”, disse Paula, “a senhora não precisa ficar preocupada”.
    “Estou sentindo que posso confiar em você”, disse a Sra. Mendes confiantemente, “mas eu tive uma experiência muito ruim com uma menina que veio cuidar dos gêmeos, e vivo apavorada desde então. Não quero parecer mal-humorada, ou rabugenta, mas nossas crianças são muito queridas e muito especiais para nós, e não quero correr nenhum risco”.
    “Eu sei”, disse Paula, “meus pais são muito exigentes sobre a maneira como devo cuidar de nosso bebê. A mamãe sempre diz que a segurança dele deve sempre vir primeiro porque é muito pequeno e indefeso. Se a senhora me der o número do telefone onde posso encontrá-la, vou colocar bem à vista, aqui na mesa, junto com os meus livros”.
    Logo que a Sra. Mendes saiu, Paula olhou ao redor para ver se havia alguma coisa que deveria fazer antes de começar seus deveres de casa. Os gêmeos ainda estavam dormindo tranqüilamente.
    Na cozinha havia louça que precisa ser lavada. Ela encheu a pia com água quente e colocou o sabão. Levaria somente alguns minutos, e tudo estaria em ordem quando a Sra. Mendes voltasse para casa.
    Mas antes que começasse a lavar a louça, ouviu alguém batendo à porta. Ela ligou a luz e olhou para fora. Clara e Maria estavam paradas no pórtico.
    “Vimos quando a Sra. Mendes saiu”, disse Clara, “e pensamos que você, talvez, gostaria de dar uma escapadinha por alguns minutos e ir conosco tomar um refrigerante na lanchonete. Você não ficará fora mais de meia hora”.
    “Eu não posso ir”, disse Paula, “prometi para a Sra. Mendes que não deixaria a casa. Pode acontecer alguma coisa com os gêmeos”.
    “Não seja boba”, disse Clara, “não pode acontecer nada. Chaveie a porta, pegue seu casaco, e venha conosco”.
    “Paula”, disse Maria, com tom impaciente, “você vem ou não? Talvez você não queira mais ser nossa amiga”.
    Paula pensou por um instante, e então pegou seu casaco, que estava na cadeira, abriu a porta e começou a sair, mas ficou em dúvida.
    “Não”, disse ela, “eu não posso fazer isto, eu prometi”. E voltando para dentro da casa, disse: “Quero continuar sendo amiga de vocês, mas não posso quebrar minha promessa”.
    “Você tem certeza que quer continuar sendo nossa amiga?”, caçoou Maria, enquanto ela e Clara corriam pela rua escura.
     Paula sabia que era o fim de sua amizade, mas não podia fazer mais nada. Lentamente fechou e chaveou a porta, e voltou para a cozinha.
    A janela, em cima da pia, estava um pouquinho aberta, e sentia o ar fresco, gostoso, soprando em seu rosto. Parece que a noite estava ficando bem fria, e o vento estava começando a soprar mais forte.
    Paula jogou longe o pano de secar pratos quando sentiu o cheiro de fumaça. Voltou para a pia e procurou cheirar o ar que entrava pela janela aberta. Realmente sentiu o cheiro de fumaça – como se fosse borracha queimando. Então teve a  certeza de que alguma coisa estava queimando, em algum lugar muito perto.
    Ela correu de quarto em quarto. Estava tudo em ordem, mas o cheiro de fumaça estava aumentando. Ela abriu a porta dos fundos e  olhou para fora. A princípio não pôde ver nada, somente luzes na rua vizinha, mas logo que seus olhos ficaram acostumados com a escuridão, ela viu uma grossa nuvem de fumaça preta que subia para o céu. Não sabia exatamente a que distância estava, mas não deveria ser mais do que  meia quadra.
    Fechou a porta com toda a força. Seu coração batia muito acelerado. Parou no meio da cozinha tentando pensar. Será que deveria chamar a Sra. Mendes? Será que deveria acordar os gêmeos, caso tivesse que levá-los para fora de casa?
    O som de sirenes quebrou o silêncio. Os bombeiros estavam vindo! Seu coração batia ainda mais depressa, e com mais força, enquanto os carros dos bombeiros, com suas luzes vermelhas girando, tocavam a sirene pela rua. Eles diminuíram a velocidade e pararam em frente da casa que estava duas portas mais para frente. As pessoas saíram rápido de suas casas e corriam de um lado para outro da rua gritando e chamando aos outros. Paula teve vontade de se juntar a eles e ver o que estava acontecendo, mas devia permanecer junto dos gêmeos.
    E assim Paula ficou parada na frente da porta tentando ver o que estava acontecendo. A fumaça fazia como um redemoinho por entre as casas. Algumas vezes ela tinha uma visão das chamas furiosas. De repente ela viu a Sra. Mendes subir correndo as escadas, seu rosto estava muito pálido.
    “Você ainda está aqui?”, perguntou a Sra. Mendes, com voz muito estranha.
    “Naturalmente que estou”, disse Paula, orgulhosamente, “eu prometi que não me afastaria da casa”.
    A Sra. Mendes se deixou cair sobre uma cadeira e escondeu seu rosto entre as mãos. “Acho que estou agindo  como uma boba, mais fiquei muito apavorada da outra vez. Quando meus gêmeos eram ainda muito pequenos, tive que sair por umas poucas horas. Eu pedi a uma menina para cuidar dos bebês para mim; mas logo que cheguei na cidade, notei que tinha levado a bolsa errada, e assim tive que voltar. A porta estava chaveada, e Clara tinha saído. Eu não podia  entrar em casa, porque minhas chaves estavam na outra bolsa. Tive que subir em uma janela para poder entrar em casa. Felizmente não tinha acontecido nada com os bebês, mas isto ainda me deixa assustada, por pensar em todas as coisas que poderiam ter acontecido”.
    “A senhora disse que o nome da menina era Clara?”, perguntou Paula.
    “Sim”, respondeu a Sra. Mendes, “o nome era Clara. Eu acho que deve ser sua amiga. E isto é uma coisa que me apavora”.
    “Eu pensei que Clara fosse minha amiga”, disse Paula, “mas, na realidade, ela não é. Ela e Maria queriam que eu fosse com elas até uma lanchonete, mas eu disse que tinha prometido não abandonar a casa”.
    A Sra. Mendes começou a sorrir. “Quando Clara voltou naquele dia e viu que eu estava em casa, ela se virou e fugiu, e desde então nunca mais chegou perto de mim”.
    Enquanto Paula andava de volta para casa pela movimentada rua, estava  muito agradecida porque não tinha permitido que Clara e Maria a persuadissem a quebrar sua promessa. O fogo já tinha sido apagado, e o ar estava limpo e fresco. As estrelas estavam brilhando e o coração de Paula estava cantando.



quinta-feira, 11 de junho de 2015

O Homem Mais Honesto da Cidade

Texto bíblico: “Tortuoso é o caminho do homem carregado de culpa, mas reto, o proceder do honesto.”
Provérbios 21:8.

Objetivo: Contar como a mensagem do sábado chegou à cidade de Battle Creek e a importância da
honestidade.

Recursos utilizados: Encenação com alguém que represente um repórter (microfone, câmera, etc.).
Introdução: Bom dia, crianças... (Enquanto a professora cumprimenta as crianças, alguém chega e
interrompe. Deve fazer a seguinte pergunta: Olá, meu nome é___________. E preciso saber quem é a
pessoa mais honesta aqui na igreja. Por favor, eu preciso falar com ela.) E então, o que vocês acham que
devemos responder? Sabem que isso aconteceu de verdade? Foi há muito tempo atrás...

História Bíblica: José Bates foi um dos primeiros adventistas a estudar a Bíblia e descobrir que as pessoas
estavam guardando o dia errado. A Bíblia era clara: o dia de repouso e de guarda era o sábado.
Desde que fez essa descoberta, Bates não mediu esforços para levar essa mensagem a todas as pessoas
que ele conseguisse. Deus mostrava para ele onde devia ir, e lá ia o nosso amigo. Ele começou pregando
primeiramente para aqueles que também acreditavam na vinda de Jesus.
Certa vez, Deus lhe mostrou em sonho que ele devia ir a uma vila desconhecida no nordeste de onde
ele estava. Bates tomou a primeira diligência e ficou olhando pela janela. Foi quando ele avistou o lugar
do sonho. Ele simplesmente desceu e perguntou se havia adventistas ali. Alguém disse que havia um grupo
de umas 20 pessoas. Bates pregou para elas e a maioria passou a guardar o sábado.
Em outra ocasião, também em sonho, Deus lhe mostrou que ele devia ir a Battle Creek. Ele obedeceu.
Chegando lá, ele resolveu perguntar na agência do correio quem era o homem mais honesto da cidade.
Pensou que um homem honesto aceitaria prontamente a mensagem que ele estava pregando.
Sabem qual era o nome do homem mais honesto de Battle Creek naquela ocasião? David Hewitt.
Corajosamente, Bates foi até a casa do senhor Hewitt. O homem o recebeu e ouviu tudo o que Bates
tinha para dizer. E sabem qual foi o resultado? Depois de passar um dia inteiro estudando a Bíblia com
Bates, o homem mais honesto da cidade e sua esposa se tornaram os primeiros convertidos em Batlle
Creek. Isso não é incrível?

Apelo: Vocês já pensaram o que as pessoas diriam a nosso respeito? Será que diriam: “__________,
é o menino mais educado da igreja”? “__________ é a menina mais bondosa da escola”? “A família
____________ é a mais honesta da cidade”? Se amarmos verdadeiramente a Jesus, teremos essas qualidades
e muitas outras. Que Deus nos ajude e que as pessoas vejam em nós o modelo de Cristo!





sábado, 6 de junho de 2015

Só Isso de Farinha?

Texto bíblico: “Pois Tu és a minha esperança, ó Soberano Senhor, em Ti está a minha confiança desde
a juventude.” Salmo 71:5.

Objetivo: Mostrar que José Bates confiava em Deus, apesar das circunstâncias difíceis.

Recursos utilizados: Um envelope de carta com uma nota de 10 dólares (pode ser um papel representando
o dinheiro).

Introdução: Já aconteceu de a mamãe começar a preparar alguma receita e faltar algum ingrediente?
Isso já aconteceu com algum de vocês? (Dirigir-se ao auditório) A história de hoje é sobre a esposa de
José Bates. Ela estava fazendo pão, mas faltou farinha. Vamos ver o que aconteceu e como esse problema
foi resolvido?

História Bíblica: José Bates chegou a ter muito dinheiro. Vocês se lembram de que ele tinha sido capitão
de navio e conseguiu guardar uma boa fortuna antes de se aposentar dessa profissão? Muito bem.
Mas ele sempre esteve disposto a usar o que tinha para ajudar a levar a mensagem de salvação a outros.
Em algumas situações, ele precisou viver com muito pouco. Mas sempre confiava que Deus cuidaria dele
e de suas necessidades. Uma das frases preferidas de José Bates era: “O Senhor proverá.”
Certo dia, enquanto ele estava escrevendo, sentado à sua escrivaninha, sua mulher, que se chamava
Prudence, se aproximou e disse que precisava de farinha para terminar de preparar os pães. Ele perguntou
de quanto ela precisava. Ela respondeu que precisava de aproximadamente 2 quilos.
Então, José foi até a mercearia e comprou os 2 quilos de farinha e mais algumas coisas que a esposa
tinha colocado numa lista. Quando a esposa viu os 2 quilos de farinha, ficou muito brava. Vocês devem
estar se perguntando por que ela ficou tão brava. Afinal, não era aquela a quantidade de farinha que ela
tinha pedido? Acontece que naquela época só as pessoas muito pobres compravam farinha aos quilos.
Era comum comprar farinha em barris, em grande quantidade.
Ela disse: “Não posso acreditar que o senhor, capitão Bates, que já foi um homem que comandou
navios, teve coragem de ir à mercearia e comprar apenas 2 quilos de farinha...”
Então José Bates disse a ela que tinha usado seus últimos centavos para fazer aquela comprinha. Prudence
ficou muito triste e começou a chorar. “O que vamos fazer?”, disse ela. E Bates respondeu com
sua frase predileta. Vocês estão lembrados qual a frase predileta do capitão? (perguntar às crianças e ao
auditório) (O SENHOR PROVERÁ!) Sim, Deus proveu realmente! Pois, José Bates foi impressionado a ir
até o correio e soube que havia uma carta para ele. Sabem o que havia dentro? Vamos ver... (começa a
abrir o envelope com dinheiro) Sim, lá estavam os 10 dólares que alguém havia mandado para ele. Era
uma quantia grande para a época. Ele então comprou o barril de farinha e mais algumas coisas para
casa. O Senhor realmente proveu e sempre cuidou de Bates.

Apelo: José Bates foi um homem de Deus, que aprendeu a viver pela fé. Esse é um bom jeito de se
viver em paz e feliz. Se confiarmos em Deus, Ele vai cuidar de nós, assim como cuidou de José Bates e
de sua família.





quinta-feira, 28 de maio de 2015

O Capitão Bates

Texto bíblico: “Regozijo-me em seguir os Teus testemunhos como o que se regozija com grandes riquezas.”Salmo 119:14.

Objetivo: Contar como José Bates abriu mão de sua riqueza para ajudar a espalhar a mensagem de
salvação.

Recursos utilizados: Fazer um chapéu de dobradura para representar o capitão do navio; barquinhos
de papel; mala com uma Bíblia dentro.

Introdução: Vocês conhecem pessoas que são muito ricas? Imaginem alguém que tenha muito dinheiro
e que decide vender tudo o que tem para ajudar a defender algo em que acredita. Um homem
chamado José Bates fez exatamente isso. Hoje vamos conhecer um pouco de sua história.

História Bíblica: José Bates cresceu olhando por sua janela os barcos saírem para o mar e, desde
menino, sonhou em ter seu próprio barco quando crescesse. Mas não esse não era o sonho dos pais
dele. Como não conseguiram convencer o menino a mudar de ideia, quando estava com 15 anos, seus
pais permitiram que ele fizesse uma curta viagem de navio, pois pensavam que isso podia fazê-lo desistir
de seus sonhos. Mas o que aconteceu foi exatamente o contrário. José Bates não sossegou até que ele
mesmo se tornou capitão de navio.
Foi só depois que José Bates se casou com uma jovem chamada Prudence que ele começou a se interessar
por religião. Sua esposa sempre colocava uma Bíblia na mala dele, e um dia ele começou a ler
esse Livro diferente. Ele não conseguiu resistir e entregou o coração a Jesus.
Depois de fazer muitas viagens de navio, Bates ficou rico e decidiu que era hora de se aposentar.
Logo, ele se tornou um adventista, porque acreditou na vinda de Jesus. Bates estudou a Bíblia ainda mais
e descobriu que o sábado e não domingo é era o dia correto de guarda, separado por Deus. E agora o
que fazer para avisar isto às pessoas? Bates decidiu escrever vários livrinhos sobre a verdade do sábado e
também saiu pregando para as pessoas em todas as cidades que podia ir. Entre as pessoas que aceitaram
a pregação de Bates estava o jovem casal Ellen e Tiago White.
José Bates usou toda a sua fortuna; primeiro para levar avante a mensagem da volta de Jesus e depois
para espalhar a mensagem do sábado entre as pessoas. Houve momentos em que ele não tinha dinheiro
para mais nada. Mas Deus sempre colocava pessoas no caminho de Bates para não deixar faltar nada
nem para ele nem para sua família.

Apelo: Deus usou pessoas como José Bates para guardar e falar aos outros sobre a verdade do sábado
ser um dia sagrado. Ele esteve disposto a dar tudo o que possuía, e Deus cuidou de Seu servo até
o fim de sua vida. José Bates foi um dos fundadores da nossa igreja. No Céu, ele vai conhecer a importância do seu trabalho aqui.