sexta-feira, 14 de agosto de 2020

Doando com amor

 EMOÇÃO OU SENTIMENTO:

ALEGRIA

MATERIAL SUGERIDO:

• Uma venda para os olhos. Dessas usadas para dormir.

• Moedas e notas de vários valores.

• Imagem da planta dinheiro-em-penca.


MOMENTO DA HISTÓRIA:

Papai, pensativo, dirigia no trajeto da igreja para casa.

Era Sábado, dia de alegria, dia de festa, como dizia o

pastor! No almoço, ele falou somente o necessário. Bem

educada, a menina ficou preocupada, mas em silêncio.

Terminado o almoço, papai disse que precisaria descansar

um pouco. Mamãe e Luzia brincaram com um de

seus livros bíblicos preferidos.

Meia hora depois, papai levantou-se e convidou-as para

um passeio em meio à natureza. Luzia amava esses

momentos de Sábado. Papai era biólogo e sempre tinha

informações importantes. No Jardim Botânico, visitaram

o “Jardim das sensações”, o preferido de Luzia,

porque com uma venda nos olhos, tocava suavemente

as plantas para sentir a sensação delas na pele. Sentida

a sensação, tirava a venda para apreciar a planta a “olho

nu” como dizia papai.

Luzia achou interessante o nome popular de uma planta:

“dinheiro-em-penca” ou “dólar”. Papai explicou que pessoas

supersticiosas cultivam essa planta porque acreditam

que ela atrai dinheiro, fortuna, prosperidade. Seu

nome científico é Callisia Repens, também conhecida

como “planta do dinheiro”, “dinheirinho”, etc., por suas

folhas apresentarem formato de moeda.

Explique: superstição é uma crença que não tem base; conhecimentos

populares ou crendices.

Luzia brincou: “Se isso fosse verdade, todos poderiam

ser ricos e o pastor não ficaria preocupado com as

finanças da igreja, nem precisaria fazer sermões sobre o

assunto”.

Papai olhou com carinho para a filha dizendo que, geralmente,

quem tem pouco é que mais doa e o faz com alegria.

Continuou dizendo que, naquela manhã, na igreja,

tinha ficado triste com o comentário de um membro rico

que reclamou do sermão.

Por isso papai estivera tão quieto. Ele não gostava de

ouvir comentários maldosos sobre as coisas da igreja.

Mamãe entrou na conversa e perguntou se Luzia lembrava

da história da “viúva pobre”. A menina, que amava

histórias bíblicas, disse: “Claro que lembro! O que mais

eu amo nesta história, mamãe, é Jesus dizendo aos discípulos

que a viúva dera a melhor oferta, pois deu tudo o

que tinha, enquanto os ricos, deram do que lhes sobrava.”

Use moedinhas para representar a oferta da viúva e notas de

valor para representar a oferta dos ricos.

Então foi a vez de Luzia ficar pensativa. Dando um suspiro,

falou de sua tristeza no momento das ofertas, na

classe da Escola Sabatina, porque algumas crianças não

levavam oferta nenhuma e diziam que os pais não lhes

davam. Outras diziam que tanto elas, quanto os pais

não lembravam de separar a oferta antes do Sábado e

acabavam se esquecendo. Outras levavam as moedas de

menor valor, não porque fossem pobres, mas porque era

o que os pais lhes davam.

Papai completou: “Não só os dízimos são santos ao

Senhor. As ofertas também. O dízimo é usado para a

pregação do Evangelho, já as ofertas são usadas para as

despesas que a Igreja tem, como luz, água, telefone, etc.

“Amo ofertar e quando o faço é com alegria” falou Luzia

com um lindo sorriso.

História criada por Hulda Cyrelli de Souza.


LEMBREM-SE SEMPRE:

Quem oferta, participa do plano de Deus para

Sua Igreja. Quem oferta com alegria, é abençoado

por Deus.


VAMOS REPETIR O VERSO BÍBLICO?

“Deus ama a quem dá com alegria”. II Coríntios

9:7


VAMOS ORAR?

Amado Deus, agradecemos o Teu amor e pedimos que

tires de nós o egoísmo. Ajuda-nos a ofertar com alegria.

Em nome de Jesus. Amém!



quarta-feira, 12 de agosto de 2020

De filho amado a escravo

 EMOÇÃO OU SENTIMENTO:

PERDÃO

O verdadeiro perdão nasce de um amor que não procura seus

próprios interesses, não contabiliza erros; perdoamos, quando

não guardamos ressentimento.


MATERIAL SUGERIDO: (OS MESMOS DO SÁBADO ANTERIOR)

• Doze bonecos de papel emendados. Veja na internet

como dobrar o papel e recortar as silhuetas dos bonecos sem

separá-los.

• Representação para personagens principais.

• Representação para a cova. Use um bambolê e faça um saco

com TNT marron, prendendo-o ao bambolê como um coador de

tecido para café.


MOMENTO DA HISTÓRIA:

Ruben afastou-se para olhar o rebanho, enquanto os

irmãos saboreavam os alimentos e José permanecia

na cova. De repente, os irmãos viram uma caravana de

comerciantes se aproximando dali... E todos tiveram uma

ideia: venderiam José para aqueles homens e ficariam

livres dele, pois assim José iria para longe deles.

Simule a cena: o menino que representa José estará dentro da cova

feita com o bambolê e TNT. Solte o bambolê que cairá no chão e o

menino irá aparecer para ser levado por outros dois meninos que

representem os mercadores.

Que maldade! Quanta tristeza José sentia, mas não tinha

raiva deles. Assim, ele cumpria a regra divina: perdoava

os que lhe ofendiam. À medida que a caravana se afastava,

ele chorava e pensava que nunca mais veria seu pai e seu

irmão Benjamim. Porém, ao pensar no Deus de seu pai,

prometeu ser fiel onde estivesse.

Quando Ruben voltou, soube o que os irmãos fizeram com

José e ficou muito triste por isto. Então, os irmãos criaram

uma mentira para o pai, ao voltarem para casa: matar um

cabrito e usar o sangue para manchar a túnica de José. Em

casa, falaram que tinham encontrado a capa no campo e que

talvez uma fera o tivesse matado. Pobre Jacó, chorou por

muito tempo, sem saber a verdade. Outra vez, o engano.

No Egito, José trabalhou como escravo na casa de Potifar,

um homem rico. José era fiel, bondoso e amigável, e seu

dono gostava muito dele. Por isso deixou que

ele cuidasse de toda a sua casa, mas a esposa

de Potifar inventou mentiras sobre José e ele

foi para a cadeia. Mas Deus era com José nas

dificuldades, e o moço continuava fiel.

Na prisão, o carcereiro também gostou muito de José e o

colocou para ser responsável pelos presos. Certa manhã,

o padeiro e o copeiro do rei estavam preocupados. José

quis saber por que estavam tristes. Disseram que tinham

sonhado e queriam saber o significado do sonho.

Ao ouvir o sonho do copeiro, José lhe disse que tinha

boas notícias para ele: dentro de três dias, ele voltaria a

servir o rei. Então, o padeiro animado também pediu para

contar o seu sonho e saber o significado. E José lhe disse

que a revelação não era boa: dentro de três dias, ele seria

chamado, mas que seria morto.

José não era adivinho, mas Deus o usava de forma

especial. Deus o ajudava, para que tivesse oportunidade

de representar bem o Seu nome mais adiante. Passados

três dias, tudo aconteceu como José dissera. Antes de o

copeiro voltar ao palácio, José pediu-lhe que se lembrasse

dele diante do rei. O copeiro prometeu que sim, mas de

volta ao palácio, esqueceu sua promessa. Devemos tratar

os outros como queremos ser tratados. Essa é a regra

bíblica, regra divina.

Durante mais dois anos, José permaneceu na prisão,

triste não só por estar preso e ser inocente, mas pela ingratidão

do copeiro. A mão divina, porém, estava prestes

a tirá-lo dali para uma vida muito melhor, representando

o nome de Deus e ainda, no futuro, ajudando sua família

distante.

Hoje o Brasil comemora o Dia dos Pais. Falar um pouco sobre

o amor de José por seu pai e quantas orientações ele recebera

para seguir sua vida, mesmo distante. Deus criou os pais

para serem um bênção e exemplo aos filhos.

História baseada no livro de E. G. White, Patriarcas e Profetas,

CPB, 1999, P. 212 a 223.


LEMBREM-SE SEMPRE:

Quem segue as regras divinas, mesmo nas dificuldades,

confia em Deus e perdoa a quem lhe faz mal.


VAMOS REPETIR O VERSO BÍBLICO?

“Os que confiam no Senhor renovam as suas

forças.” Isaías 40: 31


VAMOS ORAR?

Bom Deus, somos gratos por Teu amor. Ajuda-nos a perdoar

a quem nos maltrata. Em nome de Jesus. Amém!



quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Na casa do Pai

EMOÇÃO OU SENTIMENTO:
PERDÃO
O verdadeiro perdão nasce de um amor que não procura
seus próprios interesses; perdoamos quando não guardamos
ressentimento.

MATERIAL SUGERIDO:
• Doze bonecos de papel emendados. Veja na internet
como dobrar o papel e recortar as silhuetas dos bonecos sem
separá-los.
• Representação para personagens principais.
• Representação para a cova. Use um bambolê e faça um saco
com TNT marron, prendendo-o ao bambolê como um coador de
tecido para café.

MOMENTO DA HISTÓRIA:
Quando Jacó chegou à terra de seus pais, Isaque estava muito
velhinho. Ele perdoou Jacó. Rebeca já não existia mais.
Jacó lembrou-se do sonho da escada com anjos, da pedra
que lhe servira por travesseiro, da promessa que Deus
cuidaria dele por onde quer que fosse. E ali, ele levantou
um altar e adorou a Deus.
Jacó tinha doze filhos homens. Dez eram adultos e ele
procurava ensinar-lhes a honrar a Deus, mas nem sempre
os filhos eram obedientes.
Mostre a “sanfona” de bonecos emendados, abrindo-a de modo
que vá aparecendo um boneco de cada vez para que as crianças
possam contá-los.
Um dos filhos era adolescente: José! Esse filho era muito
diferente dos outros irmãos, pois amava a Deus e O
obedecida. Ele era filho de Raquel, a esposa amada que
morreu quando o caçula Benjamim nasceu.
Jacó repetiu o erro de seus pais. Amou mais a José, demonstrando
sua preferência abertamente, causando confusão
na família. Os irmãos adultos tinham raiva de José
porque também querendo ajudá-los, contava as desobediências
deles ao pai. Mais uma família sofrendo, porque a
regra divina não estava sendo seguida: pais devem amar
todos os filhos do mesmo modo. José amava a Deus e não
tinha raiva dos irmãos; pois ele os perdoava.
A bênção da PRIMOGENITURA não seria de José, por
ele não ser o filho mais velho, mas bem que Jacó gostaria.
Deu-lhe de presente uma linda capa de várias cores: vestimenta
de príncipes!
Os irmãos encheram-se de inveja que aumentou ao José
lhes contar dois sonhos. No primeiro, todos os irmãos
amarravam os feixes de trigo no campo e, de repente, o
feixe de José ficara em pé e os dos irmãos se inclinavam
para o dele. No outro sonho, o sol, a lua e onze estrelas se
inclinavam diante de José. Para os irmãos, Será que José
estava querendo ser melhor do que todos eles?
Um dia, Jacó pediu a José que fosse à procura dos irmãos,
levasse alimento e trouxesse notícias. José prontamente
se dispôs a obedecer.
Depois de longa caminhada, José chegou ao lugar em que os
irmãos estavam.
Ele já caminhou cerca de 97 km. Compare essas medidas com
distâncias entre lugares que as crianças maiores conheçam, para que
tenham ideia mais precisa.
Finalmente, José avistou os irmãos e se apressou, apesar
do cansaço. Ele queria abraçá-los, entregar-lhes os alimentos,
descansar e voltar para dar notícias ao pai.
Quando os irmãos o viram, com muita inveja, eles
falaram: “Lá vem o sonhador! Vamos nos livrar dele!” E
naquele momento, decidiram matá-lo, mas Ruben não
concordou. Sugeriu que José fosse jogado em uma cova,
já que pretendia libertá-lo sem que os irmãos o vissem.
Então, cheios de ódio, tiraram a bela túnica de José e o
puseram num buraco.
José não compreendia bem o que acontecia. Com fome,
cansado, dentro do buraco escuro, mesmo assim ele não teve
raiva dos irmãos. Ele cumpriu a regra divina e os perdoou.
História baseada no livro de E. G. White, Patriarcas e Profetas,
CPB, 1999, P. 204 a 211.

LEMBREM-SE SEMPRE:
Quem tem Jesus no coração, perdoa.

VAMOS REPETIR O VERSO BÍBLICO?
“Os que confiam no Senhor renovam as suas
forças.” Isaías 40: 31

VAMOS ORAR?
Bondoso Deus, somos gratos por Teu amor.
Ajuda-nos a perdoar a quem nos maltrata. Em
nome de Jesus. Amém!



quarta-feira, 29 de julho de 2020

Quem se arrepende, Deus perdoa

EMOÇÃO OU SENTIMENTO:
RESILIÊNCIA
Resiliência: capacidade de lidar com problemas, adaptar-se a
mudanças, superar obstáculos ou resistir à pressão em situações
adversas (choque, estresse, etc.).

MATERIAL SUGERIDO:
• Representação para anjo e para Jacó, ou ilustração.
• Ilustração para exército de soldados.
• Representação para Jacó e Esaú para o encontro dos
irmãos.

MOMENTO DA HISTÓRIA:
Quando Jacó e todo o seu grupo estavam bem próximos de
onde ele morava com seus pais, ele ficou emocionado ao rever
aqueles lugares. Não estava feliz como gostaria, mesmo
lembrando como Deus o guiara durante aqueles vinte anos.
Porém, estava apavorado! Como seria o encontro com seu
irmão depois de tantos anos? Afinal, ele errou enganando
seu pai e seu irmão. O que aconteceria?
Converse com as crianças pra saber o que elas entendem por exército,
se já viram soldados em grande número reunidos.
Então, a bondade de Deus se manifestou novamente para
com Jacó: dois exércitos de anjos se fizeram presentes,
protegendo o grupo por trás e pela frente! Que privilégio!
Guardados por anjos do Senhor! Ele sabia que, ao fugir de
casa, os anjos de Deus o guardaram! E agora novamente!
Mesmo com toda aquela quantidade de anjos protegendo-
os, Jacó decidiu enviar mensageiros em direção a Esaú
para dizer-lhe que viera em paz, como um servo e que reconhecia
ser Esaú o dono das riquezas deixadas pelo pai.
Depois de certo tempo, os mensageiros voltaram dizendo
que Esaú vinha ao encontro com muitos soldados bem
armados e parecia não ter dado importância à mensagem
de amizade enviada por Jacó. O medo cresceu... Naquela
noite, Jacó foi para um lugar solitário e ficou em oração,
pedindo o socorro de Deus! Enquanto Jacó orava fervorosamente,
uma mão forte o tocou e ele pensou
que fosse um assaltante. Enchendo-se de
coragem, lutou com todas as suas forças. O Estranho
também lutava com força e não falava.
Isso durou horas e tudo estava muito escuro.
Então, quando o dia estava amanhecendo, o Estranho
tocou na coxa de Jacó, fazendo-o sentir uma dor terrível
na perna. Ele ficou manco e assustado, mas compreendeu
que não estivera lutando com um homem qualquer, mas
com um ser celestial! Jesus! Jacó não queria deixar que o
Estranho fosse embora, sem antes fazer algo e disse: “Não
Te deixarei ir embora sem que me dês uma bênção.”
Ele estava arrependido de ter enganado o pai e o irmão e
pediu perdão mais uma vez. Agarrou-se às promessas divinas.
Então, o Estranho lhe disse que seu nome não seria
mais Jacó, e sim Israel, porque lutou como um príncipe.
Todo o medo foi embora, o Estranho desapareceu e Jacó
reuniu-se ao seu grupo para seguirem em direção ao seu
irmão e seus soldados.
Naquele instante, um anjo foi enviado para falar com Esaú,
dizendo-lhe que não fizesse nenhum mal a Jacó, agora
chamado Israel. Quando os dois grupos se aproximaram,
Jacó estava manco, cansado e fraco pela luta da noite, mas
seu rosto brilhava pela bênção de Deus. Então, Esaú foi ao
encontro do irmão, abraçou-o, beijou-o e os dois choraram.
Tudo ficou bem. Os dois grupos se uniram e caminharam
para as terras onde Jacó viveu com seus pais e seu irmão.
História baseada no livro de E. G. White, Patriarcas e Profetas,
CPB, 1999, P. 192 a 203.

LEMBREM-SE SEMPRE:
Deus perdoa quem se arrepende. É uma regra divina.
Ele nos ensina que a força humana não resolve
as situações difíceis; só Deus.

VAMOS REPETIR O VERSO BÍBLICO?
“Quem se apega a Deus por amor, Ele o livra
e o coloca a salvo. Salmos 91: 14

VAMOS ORAR?
Querido Deus, somos agradecidos a Ti por nos perdoares
os erros. Ajuda-nos a fazer o que é correto e a confiar sempre
em Ti. Em nome de Jesus. Amém!



sábado, 25 de julho de 2020

A bênção de Deus nos enriquece

EMOÇÃO OU SENTIMENTO:
RESILIÊNCIA
Resiliência: capacidade de lidar com problemas, adaptar-se a
mudanças, superar obstáculos ou resistir à pressão em situações
adversas (choque, estresse, etc.).

MATERIAL SUGERIDO:
• Ilustrações representativas para a história.
• Conversa informal com as crianças a respeito de sentir
“medo”. Perguntar do que elas sentem medo.

MOMENTO DA HISTÓRIA:
Animado e feliz com o sonho que tivera e com a promessa
divina, Jacó continuou sua caminhada para encontrar a
família de sua mãe. Chegou sozinho, com uma aparência
não muito boa devido aos dias de longas caminhadas e às
noites mal dormidas.
No caminho, Jacó encontrou um poço e lá viu uma jovem
chamada Raquel que era sua prima, filha de Labão, irmão
de sua mãe Rebeca. Ela o levou até sua casa e o apresentou
à família que o recebeu muito bem.
Logo, Labão percebeu que Jacó era muito trabalhador,
responsável e combinou com ele: Jacó trabalharia sete anos
sem receber pagamento para poder se casar com a filha
Raquel, pois ele a amava. Quando se completaram os sete
anos de trabalho, a festa de casamento aconteceu, mas Jacó
foi enganado por seu sogro Labão: em vez de Raquel ser a
noiva, foi Leia, a irmã mais velha.
Comente sobre os dotes costumeiros na antiguidade (uma regra
social), a regra de casar primeiro a filha mais velha e o costume do
povo que deveria seguir as regras divinas, quanto ao casamento, ter
aderido à poligamia.
Jacó enganara seu pai Isaque e foi enganado por seu sogro
Labão. Que triste! Se ele quisesse se casar com Raquel,
precisaria trabalhar mais sete anos de graça! Como o amor
de Jacó era muito grande por Raquel, ele aceitou a proposta.
Depois de muito, muito tempo, Deus abençoara muito
a Jacó, cumprindo Sua promessa do sonho da escada com
anjos. Jacó estava rico, possuía muitos animais! Ele estava
desejoso de voltar para a terra de seus pais e, aproveitando
uma ausência do sogro, preparou a família, os empregados,
os animais e fugiu. Quando Labão voltou para casa, ficou
muito bravo por eles terem ido embora e os seguiu. Ao
alcançá-los, disse que não lhes faria mal, porque Deus tinha
lhe aparecido à noite e lhe dissera: “Não fales nem faças mal
a Jacó nem a ninguém que esteja com ele.” Assim, Labão
voltou para sua casa e Jacó continuou seu caminho para a
casa de seus pais.
Mas havia um grande problema: Jacó temia o encontro com
seu irmão Esaú a quem não via desde que fugira de casa.
Vinte anos haviam se passado desde que ele enganara seu
pai e seu irmão. E agora, como seria o encontro? Jacó estava
com muito medo! Será que Deus iria cuidar dele e de sua
família? Represente a indicação de 20 anos para facilitar o entendimento
das crianças.
Jacó conhecia o caminho: era o mesmo que percorreu ao
fugir de casa com medo de Esaú. Ele sempre lembrava com
vergonha de como concordou em enganar seu pai. Sabia que
devido ao tempo em que estivera fora de casa, não encontraria
vivos nem o pai, nem a mãe. Esaú seria o dono de tudo
e ele estava com muito medo de chegar lá. Até ali, Deus o
protegera e ele queria continuar contando com a proteção
divina por toda a sua vida.
História baseada no livro de E. G. White, Patriarcas e Profetas,
CPB, 1999, P. 183 a 194.

LEMBREM-SE SEMPRE:
Quando confiamos em Deus, Ele cuida de nós,
mesmo nas dificuldades.

VAMOS REPETIR O VERSO BÍBLICO?
“Quem se apega a Deus por amor, Ele o livra
e o coloca a salvo. Salmos 91: 14

VAMOS ORAR?
Pai querido, obrigada por nos perdoares e cuidares de nós.
Ajuda-nos a fazer o que Te agrada. Em nome de Jesus.
Amém!




quinta-feira, 9 de julho de 2020

Exercício físico traz saúde

EMOÇÃO OU SENTIMENTO:
RESILIÊNCIA
Resiliência: capacidade de lidar com problemas, adaptar-se a
mudanças, superar obstáculos ou resistir à pressão em situações
adversas (choque, estresse, etc.).

MATERIAL SUGERIDO:
• Representação de templo (igreja).
• Imagem de uma bicicleta nova, sem uso e outra bem
velha, enferrujada e mal cuidada.
• Uma dobradiça das usadas em portas ou janelas.
• Representação do esqueleto humano destacando
ossos e músculos.
• Um boneco tipo marionete.

MOMENTO DA HISTÓRIA:
O verso bíblico diz que nosso corpo é como uma igreja
para o Espírito Santo morar. Como deve ser uma igreja
para representar bem o nome de Deus? Precisa ser limpa?
Organizada? Pintada? Sem manchas nas paredes e no
piso? Sem lâmpadas queimadas, vidros quebrados, bancos
riscados? Sim! Tudo, por dentro e por fora deve mostrar
que ela é a casa de Deus! Mostre as ilustrações da bicicleta,
conforme sugerido abaixo.
O que você podem ver nestas fotos? É uma bicicleta bem
novinha, sem defeitos! E nesta outra foto? Qual bicicleta
vocês gostariam de ganhar?
Quando nascemos, Deus nos dá um corpo e um organismo
preparados para nossa vida. Novinhos, bem cuidados,
como bicicleta nova ao sair da fábrica. Se não cuidarmos
bem de nosso corpo, ele ficará velho e ruim antes de sermos
idosos.
Uma bicicleta precisa de cuidados para durar bastante:
limpeza, lugar apropriado para uso e para ser guardada,
lubrificação, se for molhada, precisa ser secada.
E o nosso corpo? Além de precisarmos dele para viver bem,
ele é o templo de Deus, a morada do Espírito
Santo! Devemos cuidar bem de nosso corpo! É
uma regra divina!
Sem exercício físico teremos problemas.
Nossas articulações, essas junções no pescoço,
nos ombros, nos cotovelos, nos punhos, nos quadris, nos
joelhos, e outras partes do corpo, devem ser movimentadas
para que não se endureçam. Elas são lubrificadas por
um líquido especial que o próprio corpo produz quando
nos movimentamos.
O que acontece com a bicicleta, se ela não for lubrificada?
Enferruja, quebra, não serve mais para o uso. Assim é com
nossas articulações!
O exercício físico também ajuda no crescimento das
crianças. Se você quer crescer, dormir bem, aprender bem
na escola? Mexa-se! Quer ter apetite, ossos e músculos
fortes, pele linda? Mexa-se! Use a marionete cada vez que falar
a palavra “mexa-se”.
Ficar parado em ambiente fechado, assistindo TV, atento
ao computador, celular ou tablet não promove a saúde do
corpo. Essas atividades, chamadas sedentárias, não ajudam
o sangue a circular bem e vamos ficando enrijecidos, dificultando
os movimentos. Deixe a marionete cair ao chão.
Nossos ossos precisam dos músculos para ficarem firmes,
mantendo-nos eretos, com nossa coluna em posição adequada
para termos saúde. Mostre a ilustração do corpo humano.
Vocês querem que a igreja representada pelo corpo de vocês
seja uma bela morada para o Espírito Santo? Então, vamos
nos mexer, correr, pular, jogar bola, andar de bicicleta, etc.
Deus gosta de estar numa igreja bem cuidada. Em um corpo
bem cuidado, o Espírito Santo gosta fazer morada.
História criada por Hulda Cyrelli de Souza.

LEMBREM-SE SEMPRE:
Um corpo bem cuidado é importante para termos
saúde física e emocional.

VAMOS REPETIR O VERSO BÍBLICO?
“Vocês não sabem que o corpo de vocês é o
templo do Espírito Santo?” I Coríntios 6:19

VAMOS ORAR?
Querido Deus, quão importante é nosso corpo! Ele Te
pertence e o Espírito Santo quer morar em nós! Ajuda-nos
a cuidar bem de nosso corpo. Em nome de Jesus Amém!



quinta-feira, 2 de julho de 2020

Sem união, problemas!

EMOÇÃO OU SENTIMENTO:
RESILIÊNCIA
Resiliência: capacidade de lidar com problemas, adaptar-se a
mudanças, superar obstáculos ou resistir à pressão em situações
adversas.

MATERIAL SUGERIDO:
• Uma escada grande com ilustrações de anjos.
Pode ser uma escada para uso doméstico; prender recortes de anjos nela.
• Uma pedra e um travesseiro.

MOMENTO DA HISTÓRIA:
Esaú esteve caçando e ao voltar para casa faminto, sentiu o
cheiro bom da comida que Jacó preparava. Pediu um pouco e
Jacó quis tirar vantagem daquele momento.
Os gêmeos eram diferentes em tudo. Jacó pensava em sua
vida futura e procurava agir de acordo com a vontade de
Deus. Era paciente, trabalhador e econômico. Queria muito
receber a bênção da PRIMOGENITURA (relembre o significado
com as crianças), não por causa das riquezas às quais
teria direito, mas por causa das bênçãos de Deus. Esaú gostava
de fazer sua própria vontade, ser livre, não obedecer às
regras, não valorizava a PRIMOGENITURA, nem amava a
Deus de verdade.
O tempo passou e Isaque estava velhinho e cego. Queria dar
a bênção da PRIMOGENITURA a Esaú. Então, chamou o
seu filho amado e lhe pediu que fosse caçar e preparasse uma
deliciosa refeição para ele. Depois de se alimentar da comida
do filho, Esaú seria abençoado de forma muito especial.
Mas Rebeca estava por perto e ouviu a conversa. E ela não
queria que Esaú recebesse essa primogenitura. Seu amor
era para o filho Jacó, pois também sabia qual era a vontade
de Deus. Então, ela chamou Jacó e disse-lhe para pegar um
animalzinho do rebanho e preparasse uma saborosa comida
para seu pai, a fim de receber a bênção.
A senhora White diz que Jacó não queria fazer isso, porque
não era uma coisa certa enganar o pai. Jacó gostava de cumprir
as regras divinas. Mas Rebeca tanto insistiu que ele fez
o que ela ordenou.
Com a comida pronta, Jacó fez de conta que era o irmão,
serviu o pai, que comeu tudo e depois o abençoou. Mais
tarde, Esaú levou o alimento ao pai. E agora? O idoso
Isaque percebeu que foi enganado e ficou muito triste! Esaú
ficou furioso. Ele nunca fez caso da bênção divina, mas
odiou ser enganado.
Rebeca ficou preocupada ao perceber o grande ódio de Esaú
por seu irmão. Chamou Jacó e lhe disse que fosse embora
para a casa de sua família. À noite, ele fugiu. Que triste a
família não seria completa com essa separação.
Jacó andou rápido, pois precisava ficar bem longe de casa.
Ele passou todo o dia caminhando a pé e à noite, muito cansado,
deitou-se no chão para dormir. Sem colchonete, saco
de dormir ou travesseiro, ele usou uma pedra!
Jacó se arrependera muito de seu erro e pediu perdão a
Deus. Será que Deus iria perdoar tamanho engano? Claro
que sim! Deus perdoa os que se arrependem e pedem perdão
de coração!
Dormindo, Jacó teve um lindo sonho: uma escada alta vinha
do Céu e tocava no chão. Anjos de Deus subiam e desciam
pela escada! Deus falou lá do Céu e disse: “Eu sou o Deus
de Abraão e o Deus de Isaque teu pai. Eu estou contigo e te
guardarei por onde quer que fores...” Jacó ficou tão feliz!
Ao amanhecer, descansado e agradecido a Deus, pegou a
pedra que fizera de travesseiro, usou-a como um altar e
adorou ao Senhor. Chamou aquele lugar Betel ou Casa de
Deus e prometeu: amaria ainda mais a Deus, faria a Sua
vontade e devolveria o dízimo de tudo o que ganhasse.
Que lindo, não é?!
História baseada no livro de E. G. White, Patriarcas e
Profetas, CPB, 1999, P. 177 a 188.

LEMBREM-SE SEMPRE:
Quando não cumprimos as regras divinas, criamos
problemas para nós mesmos. Mas Deus nos perdoa
e nos ajuda nos momentos difíceis.

VAMOS REPETIR O VERSO BÍBLICO?
“Quem se apega a Deus por amor, Ele o livra
e o coloca a salvo.” Salmos 91: 14

VAMOS ORAR?
Bom Pai do Céu, obrigado porque nos amas e
nos perdoas. Ajuda-nos a fazer escolhas corretas
e a confiar sempre em Ti. Em nome de Jesus.
Amém!