REFERÊNCIAS: “Tenha cuidado com o que você pensa, pois a sua vida é dirigida
pelos seus pensamentos” (Provérbios 4:23, NTLH; ver também Cantares
2:15).
OBJETIVO: Aprender a nos livrarmos daquilo que nos faz mal, até mesmo das
pequenas coisas.
MATERIAL: Canção: “Cabeça, ombros, joelho e pé”.
INTRODUÇÃO:
(Comece a cantar a música e então peça às crianças para acompanhá-la.)
Essa música fala de diferentes partes do nosso corpo, mas hoje vou me referir
a uma delas: os ombros. Vamos movimentá-los. (Realize movimentos para
cima e para baixo, gire-os para frente e para trás.) Muito bem! O exercício faz
muito bem, é muito bom para a nossa saúde.
DESENVOLVIMENTO:
Porém, há um gesto corporal que tem uma mensagem dupla, que é levantar
os ombros (repita o exercício). A primeira significa que não entendemos o que
está sendo dito (faça o movimento), a segunda, é pior, e quer dizer que não nos
importa o que está sendo dito – quer sejam nossos pais, professores ou qualquer
outra pessoa (fazer o movimento).
REFLEXÃO:
Vocês sabiam que esse gesto ruim pode prejudicar nosso caráter? Em Cantares
2:15, o rei Salomão escreveu: “Peguem as raposas, apanhem as raposinhas,
antes que elas estraguem a nossa plantação de uvas, que está em flor”.
Quando Jesus vier nos buscar, iremos para o Céu com nosso caráter, nosso
corpo e nossa mente. Portanto, temos de para estar bem saudáveis. “Tenha
cuidado com o que você pensa, pois a sua vida é dirigida pelos seus pensamentos”
(Provérbios 4:23).
VALOR: Aprender.
domingo, 20 de novembro de 2016
As raposinhas...
sábado, 19 de novembro de 2016
Amós e as vacas
REFERÊNCIAS: “Mas quero falar com o Deus Todo-Poderoso e discutir com
ele a minha questão” (Jó 13:3; ver também Amós 4:1).
OBJETIVO: Aprender a arrazoar com Deus.
MATERIAIS: Vários produtos derivados da vaca. (Leite, queijo, ricota, creme,
doce de leite, etc.)
INTRODUÇÃO:
Tenho aqui alguns produtos. Eu gostaria que vocês me dissessem o que
eles têm em comum. (Se as crianças não responderem que são derivados do
leite, siga com a pergunta seguinte.) Todos eles são provenientes de um animal
que rumina, que come grama o dia todo e cujo filhote se chama bezerro. De
quem estou falando? Sim, isso mesmo, da vaca.
DESENVOLVIMENTO:
Muito tempo atrás, antes mesmo de Jesus viver aqui na Terra, havia um
pastor de ovelhas que, além de profeta de Deus, observou que as pessoas não
estavam se comportando bem. Elas viviam para comer e para agradar a si mesmas,
mas não pensavam nos outros, muito menos em Deus. O pastor queria
chamar-lhes a atenção para seu erro. Então, ao observar os bons pastos para o
gado e os pastores que vendiam as melhores vacas, fez uma comparação entre
o povo e essas vacas, que chamou de “vacas de Basã”. Essas vacas eram sadias,
grandes e davam um bom leite.
O pastor Amós, referindo-se às pessoas que se esqueciam de Deus, comparou-
as às vacas de Basã. Seu orgulho crescia como uma vaca; eles tinham de
considerar suas atitudes e voltar para Deus.
REFLEXÃO:
Quando fazemos algo errado ou dizemos algo que fere a um amigo, temos
que pensar, considerar e pedir a ajuda de Deus para não continuar com essa
conduta. A Bíblia diz: “Mas quero falar com o Deus Todo-Poderoso e discutir
com ele a minha questão” (Jó 13:3). Essa receita não falha: ir e falar com Deus
é o melhor!
VALOR: Raciocinar.
ele a minha questão” (Jó 13:3; ver também Amós 4:1).
OBJETIVO: Aprender a arrazoar com Deus.
MATERIAIS: Vários produtos derivados da vaca. (Leite, queijo, ricota, creme,
doce de leite, etc.)
INTRODUÇÃO:
Tenho aqui alguns produtos. Eu gostaria que vocês me dissessem o que
eles têm em comum. (Se as crianças não responderem que são derivados do
leite, siga com a pergunta seguinte.) Todos eles são provenientes de um animal
que rumina, que come grama o dia todo e cujo filhote se chama bezerro. De
quem estou falando? Sim, isso mesmo, da vaca.
DESENVOLVIMENTO:
Muito tempo atrás, antes mesmo de Jesus viver aqui na Terra, havia um
pastor de ovelhas que, além de profeta de Deus, observou que as pessoas não
estavam se comportando bem. Elas viviam para comer e para agradar a si mesmas,
mas não pensavam nos outros, muito menos em Deus. O pastor queria
chamar-lhes a atenção para seu erro. Então, ao observar os bons pastos para o
gado e os pastores que vendiam as melhores vacas, fez uma comparação entre
o povo e essas vacas, que chamou de “vacas de Basã”. Essas vacas eram sadias,
grandes e davam um bom leite.
O pastor Amós, referindo-se às pessoas que se esqueciam de Deus, comparou-
as às vacas de Basã. Seu orgulho crescia como uma vaca; eles tinham de
considerar suas atitudes e voltar para Deus.
REFLEXÃO:
Quando fazemos algo errado ou dizemos algo que fere a um amigo, temos
que pensar, considerar e pedir a ajuda de Deus para não continuar com essa
conduta. A Bíblia diz: “Mas quero falar com o Deus Todo-Poderoso e discutir
com ele a minha questão” (Jó 13:3). Essa receita não falha: ir e falar com Deus
é o melhor!
VALOR: Raciocinar.
quinta-feira, 3 de novembro de 2016
O molho de chaves
REFERÊNCIAS: “Ó Senhor Deus, não te afastes de mim! Vem depressa me
socorrer” (Salmo 22:19, NTLH; ver também Salmo 22:12; 23).
OBJETIVO: Buscar a segurança que Deus nos dá.
MATERIAIS: Diversos tipos de chaves (casa, cadeado, carro). Salmo 23 ilustrado.
INTRODUÇÃO:
Todas as chaves chamavam a atenção de Alan. Não importava se eram as chaves
da casa, do carro ou de algum cadeado. Ele as pegava para brincar. O papai, prevendo
algum problema, pendurou o molho de chaves em um lugar bem alto e deu de presente
a Alan outro molho de chaves não importantes para que ele brincasse.
DESENVOLVIMENTO:
Quando o papai abria a porta da casa, Alan também corria para pegar seu
molho de chaves e fazia de conta que estava abrindo a porta. Quando o papai
ligava o carro, Alan também o imitava no assento traseiro do carro.
Certa manhã, Alan e a família estavam acampando em um parque. O papai,
sem perceber e em um descuido, deixou as chaves da caminhonete no para-brisa.
Um macaquinho desceu da árvore e pegou as chaves. Quando a família viu, à distância,
o que estava acontecendo, ficou preocupada em como voltariam para casa,
enquanto o macaquinho se distanciava mais e mais. Então, eles oraram a Deus e
Lhe pediram ajuda para solucionar esse problema. Neste momento, Alan abriu os
olhos e disse: “Papai, não se preocupe, eu lhe empresto as minhas chaves”. Foi então
que o papai, animado com as palavras de seu filho, de quase 3 anos, se lembrou
de que uma das chaves que dera a Alan de fato poderia funcionar. O papai pegou a
chave e a colocou na ignição, girou-a e o motor começou a funcionar.
REFLEXÃO:
Como algo tão pequeno, como uma chave, pode dar tanta segurança? Mas
vocês sabiam que há algo melhor para nos dar segurança? Em um momento,
quando Davi se sentia inseguro, ele escreveu: “Como touros, muitos inimigos me
cercam; todos eles estão em volta de mim, como fortes touros da terra de Basã”
(Salmo 22:12). Isso provoca medo, insegurança, mas Davi pede a ajuda de Deus:
“Ó Senhor Deus, não te afastes de mim! Vem depressa me socorrer” (Salmo
22:19, NTLH). Então, feliz, o rei Davi recita o Salmo 23, que repetiremos agora
em conjunto. (Mostre o Salmo 23 ilustrado, para ser recitado pelas crianças.)
VALOR: Segurança.
socorrer” (Salmo 22:19, NTLH; ver também Salmo 22:12; 23).
OBJETIVO: Buscar a segurança que Deus nos dá.
MATERIAIS: Diversos tipos de chaves (casa, cadeado, carro). Salmo 23 ilustrado.
INTRODUÇÃO:
Todas as chaves chamavam a atenção de Alan. Não importava se eram as chaves
da casa, do carro ou de algum cadeado. Ele as pegava para brincar. O papai, prevendo
algum problema, pendurou o molho de chaves em um lugar bem alto e deu de presente
a Alan outro molho de chaves não importantes para que ele brincasse.
DESENVOLVIMENTO:
Quando o papai abria a porta da casa, Alan também corria para pegar seu
molho de chaves e fazia de conta que estava abrindo a porta. Quando o papai
ligava o carro, Alan também o imitava no assento traseiro do carro.
Certa manhã, Alan e a família estavam acampando em um parque. O papai,
sem perceber e em um descuido, deixou as chaves da caminhonete no para-brisa.
Um macaquinho desceu da árvore e pegou as chaves. Quando a família viu, à distância,
o que estava acontecendo, ficou preocupada em como voltariam para casa,
enquanto o macaquinho se distanciava mais e mais. Então, eles oraram a Deus e
Lhe pediram ajuda para solucionar esse problema. Neste momento, Alan abriu os
olhos e disse: “Papai, não se preocupe, eu lhe empresto as minhas chaves”. Foi então
que o papai, animado com as palavras de seu filho, de quase 3 anos, se lembrou
de que uma das chaves que dera a Alan de fato poderia funcionar. O papai pegou a
chave e a colocou na ignição, girou-a e o motor começou a funcionar.
REFLEXÃO:
Como algo tão pequeno, como uma chave, pode dar tanta segurança? Mas
vocês sabiam que há algo melhor para nos dar segurança? Em um momento,
quando Davi se sentia inseguro, ele escreveu: “Como touros, muitos inimigos me
cercam; todos eles estão em volta de mim, como fortes touros da terra de Basã”
(Salmo 22:12). Isso provoca medo, insegurança, mas Davi pede a ajuda de Deus:
“Ó Senhor Deus, não te afastes de mim! Vem depressa me socorrer” (Salmo
22:19, NTLH). Então, feliz, o rei Davi recita o Salmo 23, que repetiremos agora
em conjunto. (Mostre o Salmo 23 ilustrado, para ser recitado pelas crianças.)
VALOR: Segurança.
quinta-feira, 27 de outubro de 2016
Ssssss, como serpentes
REFERÊNCIAS: “[...] Sejam espertos como as cobras e sem maldade como as
pombas” (Mateus 10:16, NTLH).
OBJETIVO: Ser prudentes.
MATERIAL: Corda.
INTRODUÇÃO:
Na escola, durante a aula de Educação Física, a professora propôs o jogo da
cobrinha. Ela colocou uma corda comprida no chão e começou a movimentá-la
em forma de zigue-zague (mostrar com a corda), como se fosse uma cobra. Todas
as crianças tinham que saltar a corda e ficarem atentos para não pisar nela.
DESENVOLVIMENTO:
Algumas crianças passavam correndo, outras saltavam bem alto e outras
tomavam todo o cuidado para não pisar na cobra. Mas Vanessa vinha correndo
e quando se aproximava da corda, parava e voltava para trás. A professora,
observando essa situação, parou de mover a corda, reuniu as crianças em uma
roda e disse:
– O que é isto? (mostrar a corda). E as crianças responderam:
– Uma corda!
– Isso mesmo! É uma corda, não uma cobra. Nada acontecerá se a corda
tocar meus pés ou minhas pernas.
Então, a professora continuou com a brincadeira, e Vanessa, juntamente
com as outras crianças, brincou sem nenhum problema.
REFLEXÃO:
De volta à aula, a professora deixou de presente a seus alunos este verso:
“[...] Sejam espertos como as cobras e sem maldade como as pombas.” (Mateus
10:16). E lhes disse:
– Crianças estejam atentas aos perigos. Fujam como as ssssss serpentes,
e sejam ssssss ... espertos (fazer o gesto com as mãos, serpenteando como a
cobra).
E quando as crianças estavam deixando a sala, responderam: sssss espertos
(serpentear com as mãos).
VALOR: Prudência.
pombas” (Mateus 10:16, NTLH).
OBJETIVO: Ser prudentes.
MATERIAL: Corda.
INTRODUÇÃO:
Na escola, durante a aula de Educação Física, a professora propôs o jogo da
cobrinha. Ela colocou uma corda comprida no chão e começou a movimentá-la
em forma de zigue-zague (mostrar com a corda), como se fosse uma cobra. Todas
as crianças tinham que saltar a corda e ficarem atentos para não pisar nela.
DESENVOLVIMENTO:
Algumas crianças passavam correndo, outras saltavam bem alto e outras
tomavam todo o cuidado para não pisar na cobra. Mas Vanessa vinha correndo
e quando se aproximava da corda, parava e voltava para trás. A professora,
observando essa situação, parou de mover a corda, reuniu as crianças em uma
roda e disse:
– O que é isto? (mostrar a corda). E as crianças responderam:
– Uma corda!
– Isso mesmo! É uma corda, não uma cobra. Nada acontecerá se a corda
tocar meus pés ou minhas pernas.
Então, a professora continuou com a brincadeira, e Vanessa, juntamente
com as outras crianças, brincou sem nenhum problema.
REFLEXÃO:
De volta à aula, a professora deixou de presente a seus alunos este verso:
“[...] Sejam espertos como as cobras e sem maldade como as pombas.” (Mateus
10:16). E lhes disse:
– Crianças estejam atentas aos perigos. Fujam como as ssssss serpentes,
e sejam ssssss ... espertos (fazer o gesto com as mãos, serpenteando como a
cobra).
E quando as crianças estavam deixando a sala, responderam: sssss espertos
(serpentear com as mãos).
VALOR: Prudência.
quinta-feira, 20 de outubro de 2016
O pequeno bombeiro
REFERÊNCIAS: “É melhor passar um dia no teu Templo do que mil dias em
qualquer outro lugar. [...] O Senhor Deus é a nossa luz e o nosso escudo. Ele
ama e honra os que fazem o que é certo e lhes dá tudo o que é bom” (Salmo
84:10, 11; ver também 1 Samuel 6:5).
OBJETIVO: Respeitar os pastores de igreja.
MATERIAIS: Elementos ou ilustração de bombeiro.
INTRODUÇÃO:
Quando Paulo era pequeno, assim como vocês, as pessoas lhe perguntavam
o que gostaria de ser quando crescesse, e ele prontamente respondia: “Eu
quero ser um bombeiro”. (Mostrar a ilustração.)
Então, muitos lhe perguntavam por que ele queria ser bombeiro, e ele respondia:
“Porque eu quero proteger as pessoas, não quero que sofram”.
DESENVOLVIMENTO:
Passaram-se os anos, e Paulo cresceu, foi à escola, estudou muito e, embora
tenha mudado de profissão, sua vocação segue intacta, pois ele continua
ajudando as pessoas e lhes oferece sua amizade e o mais importante: ele lhes
fala de Jesus.
Muito tempo atrás, quando os israelitas ainda não haviam construído o templo,
a cada sábado, eles se aproximavam do tabernáculo, uma tenda que era armada
e desarmada, contendo colunas e móveis. Os sacerdotes tinham que trabalhar
muito para que tudo estivesse arrumado, limpo e apresentável a Deus!
Porém, certa ocasião, os filisteus levaram a arca. Nela, havia coisas muito valiosas
como as tábuas dos Dez Mandamentos. Devido a isso, os filisteus começaram a
adoecer, até que chegaram à conclusão de que deveriam devolver a arca. Quando
os sacerdotes e os israelitas receberam a arca de volta, ficaram muito felizes.
REFLEXÃO:
Hoje é o Dia do Pastor e, assim como na antiguidade, os pastores são nossos
amigos. Eles nos ajudam para que estejamos, a cada dia, mais perto de Jesus.
“É melhor passar um dia no teu Templo do que mil dias em qualquer outro
lugar. [...] O Senhor Deus é a nossa luz e o nosso escudo. Ele ama e honra os
que fazem o que é certo e lhes dá tudo o que é bom” (Salmo 84:10, 11). Vamos
cumprimentar e abraçar o pastor, pois ele trabalha muito para Deus.
VALOR: Proteção.
qualquer outro lugar. [...] O Senhor Deus é a nossa luz e o nosso escudo. Ele
ama e honra os que fazem o que é certo e lhes dá tudo o que é bom” (Salmo
84:10, 11; ver também 1 Samuel 6:5).
OBJETIVO: Respeitar os pastores de igreja.
MATERIAIS: Elementos ou ilustração de bombeiro.
INTRODUÇÃO:
Quando Paulo era pequeno, assim como vocês, as pessoas lhe perguntavam
o que gostaria de ser quando crescesse, e ele prontamente respondia: “Eu
quero ser um bombeiro”. (Mostrar a ilustração.)
Então, muitos lhe perguntavam por que ele queria ser bombeiro, e ele respondia:
“Porque eu quero proteger as pessoas, não quero que sofram”.
DESENVOLVIMENTO:
Passaram-se os anos, e Paulo cresceu, foi à escola, estudou muito e, embora
tenha mudado de profissão, sua vocação segue intacta, pois ele continua
ajudando as pessoas e lhes oferece sua amizade e o mais importante: ele lhes
fala de Jesus.
Muito tempo atrás, quando os israelitas ainda não haviam construído o templo,
a cada sábado, eles se aproximavam do tabernáculo, uma tenda que era armada
e desarmada, contendo colunas e móveis. Os sacerdotes tinham que trabalhar
muito para que tudo estivesse arrumado, limpo e apresentável a Deus!
Porém, certa ocasião, os filisteus levaram a arca. Nela, havia coisas muito valiosas
como as tábuas dos Dez Mandamentos. Devido a isso, os filisteus começaram a
adoecer, até que chegaram à conclusão de que deveriam devolver a arca. Quando
os sacerdotes e os israelitas receberam a arca de volta, ficaram muito felizes.
REFLEXÃO:
Hoje é o Dia do Pastor e, assim como na antiguidade, os pastores são nossos
amigos. Eles nos ajudam para que estejamos, a cada dia, mais perto de Jesus.
“É melhor passar um dia no teu Templo do que mil dias em qualquer outro
lugar. [...] O Senhor Deus é a nossa luz e o nosso escudo. Ele ama e honra os
que fazem o que é certo e lhes dá tudo o que é bom” (Salmo 84:10, 11). Vamos
cumprimentar e abraçar o pastor, pois ele trabalha muito para Deus.
VALOR: Proteção.
quinta-feira, 13 de outubro de 2016
Lixo em nossa mente?
REFERÊNCIAS: “O Senhor detesta os pensamentos dos maus, mas gosta de
palavras bondosas” (Provérbios 15:26; ver também Salmo 105:30).
OBJETIVO: Ser limpos de coração.
MATERIAIS: Escovinha, pazinha, lixeira, papéis amassados.
INTRODUÇÃO:
Priscila e Ivã, irmãos gêmeos, ajudavam muito a mamãe na limpeza da casa. Sempre
queriam varrer, passar o pano no chão, mas nenhum deles queria recolher o lixo.
DESENVOLVIMENTO:
Certo dia, a mamãe os ouviu falando mal, com seus amigos, de algumas
crianças novas que vieram para a Escola Sabatina. Eles criticaram a forma como
estavam vestidos, como falavam e até mesmo como se penteavam. A mamãe
ficou preocupada, porque isso era como juntar lixo no coração. No dia seguinte,
a mamãe propôs aos filhos fazer uma arrumação geral no quarto deles. Eles
gostaram da ideia e a aceitaram prontamente. Logo, o chão estava cheio de
papéis rasgados, coisas que não serviam mais, rolos de poeira e terra. Eles já
estavam terminando a limpeza quando a mamãe recebeu uma ligação telefônica
e pediu aos filhos que varressem e juntassem todo o lixo. Ao regressar, ela viu
que o chão fora varrido, mas que o lixo ficara amontoado em um canto no quarto.
Então ela perguntou: “O que aconteceu? Por que vocês não colocaram o lixo do
cesto? Se deixarem o lixo ali, o quarto continuará sujo”. As crianças responderam:
“Nós temos nojo de tocar no lixo”. A mamãe não disse nada e foi para a cozinha.
REFLEXÃO:
Transcorreram os dias, e o lixo continuava no quarto. Priscila e Ivã pediam à
mamãe para tirá-lo de lá, mas ela respondia que o lixo pertencia a eles.
No culto da família, a mamãe contou sobre a praga das rãs que infestaram
o quarto de faraó, deixando um mau odor, até que ele não conseguiu mais ficar
no local (Salmo 105:30). As crianças enrugaram o nariz e fizeram cara feia, enquanto
a mamãe prosseguia: “Deus quer que nós tomemos banho todos os dias,
que limpemos a nossa casa, mas o que Ele mais deseja é tenhamos o coração e
a mente limpos”. “O Senhor detesta os pensamentos dos maus, mas gosta de
palavras bondosas” (Provérbios 15:26). O que vocês acham que Priscila e Ivã
fizeram depois do culto? Que todos nós sejamos limpos por dentro e por fora!
VALOR: Limpeza.
palavras bondosas” (Provérbios 15:26; ver também Salmo 105:30).
OBJETIVO: Ser limpos de coração.
MATERIAIS: Escovinha, pazinha, lixeira, papéis amassados.
INTRODUÇÃO:
Priscila e Ivã, irmãos gêmeos, ajudavam muito a mamãe na limpeza da casa. Sempre
queriam varrer, passar o pano no chão, mas nenhum deles queria recolher o lixo.
DESENVOLVIMENTO:
Certo dia, a mamãe os ouviu falando mal, com seus amigos, de algumas
crianças novas que vieram para a Escola Sabatina. Eles criticaram a forma como
estavam vestidos, como falavam e até mesmo como se penteavam. A mamãe
ficou preocupada, porque isso era como juntar lixo no coração. No dia seguinte,
a mamãe propôs aos filhos fazer uma arrumação geral no quarto deles. Eles
gostaram da ideia e a aceitaram prontamente. Logo, o chão estava cheio de
papéis rasgados, coisas que não serviam mais, rolos de poeira e terra. Eles já
estavam terminando a limpeza quando a mamãe recebeu uma ligação telefônica
e pediu aos filhos que varressem e juntassem todo o lixo. Ao regressar, ela viu
que o chão fora varrido, mas que o lixo ficara amontoado em um canto no quarto.
Então ela perguntou: “O que aconteceu? Por que vocês não colocaram o lixo do
cesto? Se deixarem o lixo ali, o quarto continuará sujo”. As crianças responderam:
“Nós temos nojo de tocar no lixo”. A mamãe não disse nada e foi para a cozinha.
REFLEXÃO:
Transcorreram os dias, e o lixo continuava no quarto. Priscila e Ivã pediam à
mamãe para tirá-lo de lá, mas ela respondia que o lixo pertencia a eles.
No culto da família, a mamãe contou sobre a praga das rãs que infestaram
o quarto de faraó, deixando um mau odor, até que ele não conseguiu mais ficar
no local (Salmo 105:30). As crianças enrugaram o nariz e fizeram cara feia, enquanto
a mamãe prosseguia: “Deus quer que nós tomemos banho todos os dias,
que limpemos a nossa casa, mas o que Ele mais deseja é tenhamos o coração e
a mente limpos”. “O Senhor detesta os pensamentos dos maus, mas gosta de
palavras bondosas” (Provérbios 15:26). O que vocês acham que Priscila e Ivã
fizeram depois do culto? Que todos nós sejamos limpos por dentro e por fora!
VALOR: Limpeza.
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
Manoel e sua mochila
REFERÊNCIAS: “Fale sempre do que está escrito no Livro da Lei. Estude esse livro dia
e noite e se esforce para viver de acordo com tudo o que está escrito nele. Se fizer isso,
tudo lhe correrá bem, e você terá sucesso” (Josué 1:8, NTLH; ver também 2 Pedro 2:22).
OBJETIVO: Sentir o desejo de progredir.
MATERIAIS: Boletim escolar e mochila desorganizada.
INTRODUÇÃO:
Naquela tarde, Manoel estava muito calado na hora do lanche, não brigou com a
irmã pelo controle remoto do televisor, não comeu apressado ou com a boca aberta, e
também não deixou a mochila jogada na sala. A mamãe estava confusa, feliz pelo comportamento
de Manoel, mas ao mesmo tempo, sentia que algo não estava bem com
ele. Então ela fez uma pergunta certeira: “Manoel, você trouxe o boletim escolar?”
Foi então que o Manoel rompeu o silêncio: “Mamãe, eu vou pegar o boletim,
mas eu quero dizer que vou melhorar nas notas”.
DESENVOLVIMENTO:
A mamãe estava preocupada, mas conteve a ansiedade e deixou que Manoel
fosse buscar o boletim “tranquilamente”. Ela não estava tão interessada nas
notas quanto nas observações feitas pela professora. Ali estava escrito: “Você
deve ser mais organizado”. Rapidamente, a mamãe pediu o caderno de Manoel.
Porém, para que ele pudesse tirar o caderno da mochila, seria necessária uma
alavanca mecânica, pois na mochila havia folhas de livros, de desenhos, lápis soltos,
restos de comida enrolados no casaco do uniforme e muitos brinquedos.
Cada vez mais a mamãe arregalava os olhos. Ela ficou realmente surpresa.
Mas a frase de Manoel a fez voltar à realidade: “Vou melhorar”. Então, decidiu
usar essas palavras como desafio e torná-las realidade. Todos os dias,
quando Manoel concluía as tarefas escolares, juntamente com a mamãe, organizava
a mochila. A cada dia, eles faziam isso com maior facilidade.
REFLEXÃO:
Certa tarde, durante o culto familiar, a mamãe contou sobre o comportamento dos
porcos e leu o que a Bíblia diz: “A porca lavada volta a rolar na lama” (2 Pedro 2:22).
Esses animais sempre farão isso, porque essa é sua forma de viver; mas nós, se quisermos,
podemos mudar alguns comportamentos que não nos fazem bem. Sentir o
desejo de melhorar, de nos comportarmos bem e de fazer bem as coisas é muito bom!
Porém, por nós mesmos, não conseguimos agir assim e, para isso, temos o livro de
Deus que nos ajuda a melhorar. Em Josué 1:8, lemos: “Fale sempre do que está escrito
no Livro da Lei. Estude esse livro dia e noite e se esforce para viver de acordo com tudo
o que está escrito nele. Se fizer isso, tudo lhe correrá bem, e você terá sucesso”.
VALOR: Progredir.
e noite e se esforce para viver de acordo com tudo o que está escrito nele. Se fizer isso,
tudo lhe correrá bem, e você terá sucesso” (Josué 1:8, NTLH; ver também 2 Pedro 2:22).
OBJETIVO: Sentir o desejo de progredir.
MATERIAIS: Boletim escolar e mochila desorganizada.
INTRODUÇÃO:
Naquela tarde, Manoel estava muito calado na hora do lanche, não brigou com a
irmã pelo controle remoto do televisor, não comeu apressado ou com a boca aberta, e
também não deixou a mochila jogada na sala. A mamãe estava confusa, feliz pelo comportamento
de Manoel, mas ao mesmo tempo, sentia que algo não estava bem com
ele. Então ela fez uma pergunta certeira: “Manoel, você trouxe o boletim escolar?”
Foi então que o Manoel rompeu o silêncio: “Mamãe, eu vou pegar o boletim,
mas eu quero dizer que vou melhorar nas notas”.
DESENVOLVIMENTO:
A mamãe estava preocupada, mas conteve a ansiedade e deixou que Manoel
fosse buscar o boletim “tranquilamente”. Ela não estava tão interessada nas
notas quanto nas observações feitas pela professora. Ali estava escrito: “Você
deve ser mais organizado”. Rapidamente, a mamãe pediu o caderno de Manoel.
Porém, para que ele pudesse tirar o caderno da mochila, seria necessária uma
alavanca mecânica, pois na mochila havia folhas de livros, de desenhos, lápis soltos,
restos de comida enrolados no casaco do uniforme e muitos brinquedos.
Cada vez mais a mamãe arregalava os olhos. Ela ficou realmente surpresa.
Mas a frase de Manoel a fez voltar à realidade: “Vou melhorar”. Então, decidiu
usar essas palavras como desafio e torná-las realidade. Todos os dias,
quando Manoel concluía as tarefas escolares, juntamente com a mamãe, organizava
a mochila. A cada dia, eles faziam isso com maior facilidade.
REFLEXÃO:
Certa tarde, durante o culto familiar, a mamãe contou sobre o comportamento dos
porcos e leu o que a Bíblia diz: “A porca lavada volta a rolar na lama” (2 Pedro 2:22).
Esses animais sempre farão isso, porque essa é sua forma de viver; mas nós, se quisermos,
podemos mudar alguns comportamentos que não nos fazem bem. Sentir o
desejo de melhorar, de nos comportarmos bem e de fazer bem as coisas é muito bom!
Porém, por nós mesmos, não conseguimos agir assim e, para isso, temos o livro de
Deus que nos ajuda a melhorar. Em Josué 1:8, lemos: “Fale sempre do que está escrito
no Livro da Lei. Estude esse livro dia e noite e se esforce para viver de acordo com tudo
o que está escrito nele. Se fizer isso, tudo lhe correrá bem, e você terá sucesso”.
VALOR: Progredir.
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