sexta-feira, 4 de junho de 2010

Smilinguido! Frio, mas nem tanto!




Adoração Infantil! Medindo


Medindo
Verso para Memorizar: “Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos.” João 15:13
MateriaisBíblia, vários elementos utilizados para medir (régua, fita métrica, trena, jarra medidora, termômetro, balança, etc.).
Lição ObjetivaQuando queremos saber o tamanho de algo, usamos algum tipo de medida. Mas há algo maior e que não pode ser medido. Enquanto medimos algumas coisas hoje, iremos pensar no que pode ser isso que é tão grande que não pode ser medido. Mostre os elementos para medir, um de cada vez. Permita que as crianças observem bem cada um deles. Dependendo do tamanho do seu grupo, podem experimentar com os
image
mesmos. Diga: O que mede este elemento? (Permita respostas) Que coisa pequenina pode medir este elemento? (milímetro) Qual a coisa maior que este elemento pode medir?
É divertido medir todos os tipos de coisas. Vejamos o que a Bíblia
revela que é tão grande que não pode ser medido. Leia João 15:13 em voz alta. De quem esse verso fala? Exato, fala de Jesus. O que esse texto diz que Jesus fez? Ele deu Sua vida por Seus amigos. Por que Ele teve de dar a Sua vida? O que Ele estava demonstrando com isso? Seu grande amor por nós. Jesus nos ama tanto que esteve disposto a morrer por nossos pecados. Seu amor não pode ser medido.
Quando amamos alguém de todo nosso coração, amamos da forma como Deus nos ama. A prova é que Ele nos chama de amigos! A Bíblia nos diz que há amigos que são mais próximos do que os irmãos, de tanto que querem bem um ao outro. Nossa história de hoje nos fala de uma menina que amou a sua amiga de todo o coração. Como a amava tanto, decidiu contar-lhe as boas notícias de Jesus.
HistóriaKaren sabe muito bem o que é amar de todo o coração porque Deus lhe deu uma amiga de quem ela gosta muito. Seu nome é Antonella. E como elas são muito amigas, Karen decidiu contar para ela a respeito do amor que tem por Jesus, porque os amigos contam tudo um para o outro. Karen decidiu não deixar sua amiga fora do lugar maravilhoso – o Céu que Deus nos está preparando para vivermos por toda a eternidade.
Desejamos o melhor para as pessoas a quem amamos e assim como boa amiga, Karen contou do plano de Deus de nos salvar, e assim ela teve uma excelente ideia. Convidou vários amigos para irem à sua casa e passou a lhes contar as lindas histórias da Bíblia a cada semana. Antonella viu claramente que Deus a amava e decidiu ser batizada. O amor sempre tem uma resposta e ela disse “sim” a Jesus.
Quando penso na Nova Terra, fecho os olhos e imagino Karen e Antonella brincando juntas, talvez com os ursos, correndo pelos lindos jardins cheios de flores. Você gostaria que seus amigos estivessem com você no céu?
Antonella já reuniu um grupo de amigos e agora está contando o que aprendeu a respeito do amor de Deus, desse amor tão lindo que não pode ser medido.
Você já pensou em quem irá convidar? Tenho certeza de que você também tem uma grande lista de amigos, pelos quais demonstrar amor.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Entrevista Allan Beanne - Bullying (Revista Istoé)






"As escolas fecham os olhos ao bullying

Um dos maiores especialistas em violência entre estudantes diz que a omissão dos educadores é fator decisivo para o aumento de casos Claudia Jordão


te um baque cada vez que notícias sobre bullying – quando crianças agridem verbalmente, fisicamente e psicologicamente seus colegas – são divulgadas. Nessas últimas semanas, os casos se intensificaram. Em março, a princesa Aiko, filha de 8 anos do herdeiro do trono no Japão, o príncipe Naruhito, faltou seis dias na escola por causa de dores de estômago e ansiedade depois de ser zombada pelos coleguinhas. Semanas depois, nove adolescentes foram indiciados após o suicídio de uma garota de 15 anos supostamente motivado por bullying nos Estados Unidos. E, desde o início de abril, o País de Gales investiga 23 crianças em caso de agressões e abusos sexuais contra uma colega de classe. Detalhe: algozes e vítima têm apenas 6 anos. Isso para ficar nos casos que ganharam os holofotes.

"Quando a criança conta aos pais que está sofrendo bullying,
geralmente já é assediada há muito tempo"
No Brasil, situações de violência entre alunos acontecem diariamente. Referência mundial no assunto, com sete livros publicados, além de 36 anos de experiência como educador da Murray State University (Kentucky, EUA), o americano Allan Beane, 60 anos, afirma que o bullying sempre existiu, mas nunca foi tão frequente e cruel. Com a demanda, ele presta consultoria em quatro investigações criminais e cinco ações judiciais – além de dar palestras sobre o tema e de ter desenvolvido um método anti-bullying para escolas. Beane, que acaba de lançar no Brasil olivro “Proteja Seu Filho do Bullying”, fala com um triste conhecimento de causa. Ele perdeu o filho há dez anos por consequências indiretas da violência praticada nas escolas.
"A existência de um “melhor amigo” reduz drasticamente a duração e o sofrimento da vítima do bullying"
ISTOÉ -
Hoje em dia acontecem mais casos de bullying do que anos atrás?
ALLAN BEANE -
Allan Sim, eles têm acontecido com mais frequência e numa intensidade cada vez maior. Aos poucos, as pessoas estão percebendo que o bullying rouba a infância das suas vítimas. Quando são alvo de tamanha crueldade por parte dos colegas, as crianças podem desenvolver distúrbios alimentares, ansiedade, stress pós-traumático, fobia escolar e, muitas vezes, se machucam ou se suicidam.
ISTOÉ -
O bullying pode levar ao suicídio?
ALLAN BEANE -
Dados apontam que 30% dos suicídios entre jovens são causados pelo bullying. Mas acredito que esse número seja maior. Só eu já conheci 19 jovens que sofreram bullying e tentaram se matar. Meu filho morreu há dez anos e, de lá para cá, o caso mais chocante que soube foi o de uma garota que se enforcou no armário de seu quarto. Mas, independentemente do grau de gravidade, me choco sempre que ouço relatos de agressões da boca das próprias crianças e vejo lágrimas rolarem de seus rostos. E elas vão continuar a adoecer, se matar ou matar seus pares se nós, adultos, permitirmos que isso continue.
ISTOÉ -
Por que está havendo esse aumento de ocorrências?
ALLAN BEANE -
Há uma série de razões que contribuem para que uma criança se torne cruel. Os pais adotam hoje ou uma postura permissiva demais ou agressiva em demasia. Portanto, há cada vez mais filhos carentes de autocontrole. Além disso, os adultos têm se esquecido de ensinar uma regra de ouro: “Trate o outro da maneira que gostaria de ser tratado. ”As crianças estão apáticas e insensíveis. Às vezes, por exemplo, têm permissão para maltratar animais – e se são impiedosas com os animais tendem a ser impiedosas também com as pessoas. Há ainda a questão da sociedade, cada vez mais violenta. As novas gerações parecem ser insensíveis à violência, de tão acostumadas que estão a ela.
ISTOÉ -
Como acontece o bullying?
ALLAN BEANE -
O bullying é uma forma de comportamento agressivo, que é intencional, doloroso (física, emocional e psicologicamente) e persistente. Ou seja, geralmente, acontece repetidamente. A vítima pode ser agredida fisicamente, com socos, tapas, empurrões. Também pode ter seus pertences destruídos ou roubados. Pouca gente sabe, mas é muito comum que crianças forcem a cabeça de colegas para dentro do vaso sanitário e deem descarga, por exemplo. Além disso, há o cyberbullying, no qual a tecnologia é usada para a propagação da violência. Nesse caso, a criança é agredida e um vídeo com a cena de violência é postado na web.
ISTOÉ -
E como identificar se uma criança está sofrendo o bullying?
ALLAN BEANE -
A vítima do bullying costuma ter um repentino desinteresse pelos estudos. Seu aproveitamento escolar diminui e isso aparece nas notas. Ela parece feliz nos finais de semana e infeliz durante a semana. Prefere a companhia de adultos e passa a reclamar de dor de cabeça e de barriga, por exemplo. Algumas apresentam insônia ou pesadelos. Voltam para a casa machucadas ou com os pertences destruídos. Ao menor sinal, os pais devem intervir. Quando a criança conta o que está sofrendo, geralmente, já é assediada há muito tempo.
ISTOÉ -
Qual é o perfil da criança que sofre bullying?
ALLAN BEANE -
Crianças malvestidas, com roupas sujas, de tamanhos maiores ou menores, atraentes ou não, acima do peso, abaixo do peso, negras, com orelhas de abano, nariz grande. Tudo é motivo para ataque, desde que a criança agredida “entre no jogo”, demonstrando medo. A vítima também costuma ser sensível, tímida e com dificuldades de relacionamento.
ISTOÉ -
E a descrição da criança que pratica?
ALLAN BEANE -
São aquelas que gostam do poder e de ter controle sobre a situação. Amam ganhar e odeiam perder – isso é perceptível em jogos e brincadeiras. Ficam excitadas quando outras pessoas discutem e costumam estimular disputas. Têm sangue-frio durante as brigas e não sentem remorso depois delas. Desobedecem regras e costumam desafiar os adultos.
ISTOÉ -
Em qual idade escolar costumam acontecer mais casos?
ALLAN BEANE -
Nos Estados Unidos, entre o sexto e o oitavo ano (equivalente ao brasileiro no ensino fundamental). Mas pode começar já aos 3 anos de idade.
ISTOÉ -
Meninos e meninas praticam e lidam com o bullying de maneira diferente?
ALLAN BEANE -
Meninos e meninas agridem verbalmente – zombando, xingando, passando trote – e intimidam. Mas existem diferenças. Meninos tendem a agredir fisicamente com mais frequência. E as meninas costumam agir pelas costas, tecendo comentários depreciativos sobre seus colegas. Além disso, elas disfarçam melhor – na frente de adultos parecem boazinhas.
ISTOÉ -
Na tentativa de ajudar, muitos pais cujos filhos sofrem bullying procuram a criança agressora e os pais dela para uma conversa. É uma boa solução?
ALLAN BEANE -
Essa estratégia só funciona quando o agressor tem pais conscientes, que se preocupam com a questão e se empenharão em resolvê-la. Infelizmente, nem sempre é assim. Tem pai que sente orgulho do filho valentão, que bate e xinga.
ISTOÉ -
Como os pais devem agir então se o filho é vítima?
ALLAN BEANE -
O melhor a fazer é conversar com a criança, ouvi-la, apoiá-la. Muitas vítimas do bullying acreditam merecer as agressões porque são gordas, negras, feias. Uma reunião com a direção, professores e monitores da escola é fundamental. Eles devem ter paciência, mas exigir ação. Além disso, precisam aconselhar o filho a evitar andar sozinho pela escola. Se estiver acompanhado de um grupo, a chance de sofrer bullying é menor. A existência de um “melhor amigo” reduz drasticamente a duração e o sofrimento do bullying. E, se possível, os pais devem prestar queixas formais.
ISTOÉ -
No livro “Proteja Seu Filho do Bullying”, o sr. fala da importância de as crianças treinarem lutas marciais. Isso indica que elas devem revidar?
ALLAN BEANE -
Geralmente, quem sofre bullying é menor e mais vulnerável psicologicamente que seus pares. Algumas vítimas também têm baixa autoestima. Quem pratica o bullying as escolhe porque pode machucá-las e controlá-las. A atividade física torna a criança mais forte e contribui para aumentar sua confiança. Por outro lado, desencorajamos as artes marciais quando não são promovidos a paz, o autorrespeito e o respeito ao próximo. Crianças não devem responder ao bullying de forma agressiva porque, geralmente, torna o revide mais rápido e mais violento. A ideia é prevenir para que ela não seja agredida e fazer com que ela lide melhor com as questões que envolvem o tema.
ISTOÉ -
O que fazer quando o próprio filho é o agressor?
ALLAN BEANE -
Esse é um assunto delicado, pois, muitas vezes, as crianças reproduzem o que vivem em suas próprias casas, o que vem a ser um importante desencadeador para a agressividade. Nesses casos, os pais não querem fazer nada, pois não reprovam a atitude de seus filhos. Mas, ao mesmo tempo, também há bons pais com filhos praticando bullying. Aí é preciso conversar e tentar entender o porquê desse comportamento da criança. Também é preciso fazer uma reflexão sobre como se está educando. Algumas vezes, é necessário ajuda profissional.
ISTOÉ -
Como explicar a passividade de alguns educadores diante dos casos de violência dentro das próprias escolas?
ALLAN BEANE -
As escolas fecham os olhos ao bullying. Às vezes, os educadores sabem o que acontece e ignoram. Ou dizem que aquilo não existe nas suas escolas. Acho que as instituições de ensino deveriam intensificar a supervisão. Ou estabelecer programas anti-bullying. Só não há desculpa para não agir.
ISTOÉ -
Pessoas que praticam bullying na infância são assediadoras na vida adulta?
ALLAN BEANE -
Crianças que machucam crianças tendem a virar adultos que machucam adultos. É muito difícil transformar uma criança agressiva num adulto tranquilo. Ela pode crescer e agredir seus filhos e animais.
ISTOÉ -
Como se interessou em estudar a prevenção do bullying?
ALLAN BEANE -
Meu filho Curtis sofreu bullying no sétimo ano e no colegial. Na primeira vez, o mudei de escola. Quando estava começando a se adaptar, sofreu um acidente de carro. Eu e minha esposa tivemos de autorizar a remoção de dois dedos e um terço de sua mão direita. Ele tinha 15 anos e aquilo mudou a sua vida. Quando voltou para a escola, muitos colegas o apoiaram e o incentivaram. Infelizmente, muitos foram cruéis. O bullying contribuiu para sua depressão e ansiedade e sua necessidade de partir para as drogas. Ele tinha um problema no coração, que não sabíamos, teve uma parada cardíaca e morreu. Ele não se matou. Ele tinha as chaves do seu carro na mão, ia procurar ajuda.
ISTOÉ -
Depois de estudar tanto o tema, acredita que seria capaz de livrar seu filho do bullying, caso estivesse vivo e sofresse com isso hoje?
ALLAN BEANE -
Sem dúvida. Desde a morte do meu filho, meu projeto de vida, e da minha mulher, é levar luz à escuridão que é a vida de crianças que sofrem diariamente o bullying.
Fonte: Revista Istoé - 16/04

Quem pensa que o universo infantil é povoado exclusivamente de inocência, ingenuidade e ausência de maldade sen

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Adoração Infantil! Mais que suficiente!


Mais que suficiente!
Verso para Memorizar: “Se algum de vocês tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá livremente, de boa vontade; e lhe será concedida.” Tiago 1:5
MateriaisBíblia, desodorizante de ambientes, copo plástico, jarra com água e bacia.
Lição ObjetivaHoje iremos falar da sabedoria. Esta palavra significa saber o que é o melhor para fazer e dizer. Deus nos promete dar-nos sabedoria se a pedirmos. Observem o que irei fazer para descobrirem que palavra descreve a forma pela qual Deus nos dá sabedoria.
1.Esparja uma pequena quantidade de desodorizante de ambientes e peça às crianças para sentirem o perfume. Depois esparja uma quantidade maior e peça novamente para aspirarem.
2.Peça às crianças para observarem enquanto você coloca uma pequena quantidade de água no copo. Depois coloque uma grande quantidade de água, de forma a transbordar.
Nota: Coloque o copo sobre a bacia para conter a água derramada.
Pergunte: Dentre as ações que acabo de realizar, quais podem ser consideradas generosas? (Permita respostas.)
Por quê? Muito bem, quando aspergi pouco perfume, quase não dava para sentir seu perfume, mas quando coloquei bastante, vocês conseguiram sentir o cheirinho gostoso e puderam desfrutá-lo. Se eu tivesse dado este copo com pouca água para alguém que estivesse com muita sede, possivelmente a pessoa seguiria com sede, não é verdade?Mas quando enchi o copo talvez até sobrasse um restinho de água nele!
Escutem o que a Bíblia diz a respeito da promessa de Deus de nos dar sabedoria. Leia Tiago 1:5 em voz alta. O que devemos fazer quando necessitamos de sabedoria? Isso mesmo, devemos pedi-la a Deus. Será que Ele no-la dará só um pouquinho? Ele nos irá dar muita sabedoria. Cíntia e Eliza pediram-na e a receberam.

image
História
Cíntia e Eliza são irmãs e vivem na cidade de Jataí, no interior de Goiás. No ano passado, no acampamento adventista, chamado Riachão, que é uma programação feita para adultos chamou-lhes a atenção. Quem dirigia esta reunião mostrou placas com nomes de vários lugares onde ninguém conhecia a Jesus e prontamente estas crianças escolheram a cidade de Serranópolis, porque está localizada perto de onde viviam, e decidiram entregar revistas e folhetos do projeto Impacto Esperança.
Quando lhes perguntaram se aquele projeto não era somente para os adultos, Cíntia respondeu: “Nós crianças também podemos ajudar a evangelizar e também podemos pedir a ajuda de nossos pais, e claro, a Deus, para realizarmos esse trabalho”.
Foi assim que com este plano realmente importante, e de “gente grande” em mente, que Cíntia e Eliza começaram a pensar muito e a orarem pedindo a Deus sabedoria para realizálo da melhor forma. Sozinhas não poderiam realizar esse trabalho pois havia muitas casas para serem visitadas. Pensando nisso, elas convocaram seus amigos da classe dos Primários e alguns adultos, e iniciaram os preparativos. Usaram seu próprio dinheiro para comprar algumas lembrancinhas a fim de serem entregues às pessoas juntamente com a revista.
Quando, por fim, chegou o dia 6 de setembro, as duas meninas e seus amigos percorreram todas as ruas da cidade, falando de Jesus e do dia em que voltará para buscar Seus filhos.
No final daquela tarde, todos estavam muito cansados, mas também muito felizes porque haviam feito o trabalho que Deus ordenou que Seu povo fizessem na terra: “Vão pelo mundo todo e preguem o evangelho a todas as pessoas” (Marcos 16:15).
Depois que o grupo de crianças evangelizadas passou pela cidade de Serranópolis, tudo mudou por lá. Hoje, um Pequeno Grupo se reúne a cada semana para estudar a Palavra de Deus e uma igreja já começou a ser construída.
Assim como Eliza e Cíntia, também podemos realizar “tarefas de gente grande”! Apenas temos que ter certeza de pedir, em oração, sabedoria a Deus e Ele vai nos atender em que medida? Sim, de forma abundante!

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Cura no sábado à noite!



Adoração Infantil! Pensando nos demais


Pensando nos demais
Verso para Memorizar:
“... rogo-lhes que vivam de maneira digna da vocação que receberam. Sejam completamente humildes e dóceis, e sejam pacientes, suportando uns aos outros com amor.”
Efésios 4:1 e 2
MateriaisBíblia, bolinhas de gude, pedrinhas em um recipiente.
image
Lição ObjetivaA Bíblia contém muitas histórias a respeito do que significa servir a Deus. Uma forma de amar a Deus é mostrar Seu amor por todas as classes de pessoas e atender a suas necessidades. Vou pedir a um de vocês que tente ajudar-me. Peça a um voluntário vir para frente, com as mãos estendidas. Vejamos quantas bolinhas cabem nas suas mãos (Marcos). Peça a outro voluntário para ir acrescentando mais bolinhas. Quando as mãos estiverem cheias e não caiba nenhuma bolinha mais, peça-lhe que abra a Bíblia em Efésios 4:1 e 2. Quando ele disser que não pode fazer isso visto que suas mãos estão ocupadas, pergunte: O que você teria de fazer para poder procurar o texto que lhe pedi? (Tirar as bolinhas) Quando alguém necessita de nossa ajuda, algumas vezes necessitamos tirar, pôr de lado o que temos nas mãos ou o que estamos fazendo, para poder ajudar a essa pessoa. Peça ao voluntário que coloque as bolinhas em uma cesta e então que procure o verso bíblico que você mencionou – Efésios 4:1 e 2. Quando encontrá-lo, deve lê-lo em voz alta. A pessoa humilde se preocupa com os outros e busca ajudá-los. O que mais esse verso nos diz que devemos fazer? (Permita respostas.)
(Sermos pacientes e amorosos.) Estes versos bíblicos não nos dizem que apenas temos de ajudar as pessoas que também nos podem ajudar e de quem gostamos. Quando dizemos que amamos a Deus, devemos mostrar Seu amor a todas as pessoas. Foi isso o que Agustina aprendeu desde pequena.
HistóriaAgustina nasceu na cidade de Buenos Aires, depois de muito tempo sendo esperada por seus pais Rubén e Susana. Por isso, desde pequena foi apresentada a Jesus.
Quando ela tinha cinco anos, sua família se mudou para a cidade de Chaco, no interior, onde seus pais começaram a trabalhar como missionários.
Quando tinha apenas seis anos, começou a ajudar a professora do Jardim da Infância, depois ajudou nos Primários e hoje atua como professora dos Juvenis. Ela também dirige os Cultos Divinos, canta, prega, lidera o Clube dos Desbravadores e faz parte de um grupo missionário que ajuda na difícil tarefa de conduzir o Lar das Crianças, chamado “Aqui é”. Quantas atividades para servir aos demais!
Graças a seu trabalho e ao trabalho de outras pessoas, no Lar das Crianças, muitos conheceram o amor de Jesus e vários foram batizados, fazendo com que nossa igreja seja conhecida nessa região e sabendo que Jesus virá em breve.
Agustina é feliz falando a todas as pessoas a respeito do amor de Deus. Algumas vezes, em sua vida, isso significou ter de deixar algumas coisas de lado, mas é feliz por servir com paciência e amor a todas as pessoas, assim como Jesus faria.