sexta-feira, 23 de setembro de 2016

As orelhas do Glup

REFERÊNCIAS: “Mas quem ficar firme até o fim será salvo” (Mateus 10:22;
ver também Provérbios 26. 27).

OBJETIVO: Perseverar naquilo que é bom para o meu carácter.

MATERIAL: Cachorrinho de pelúcia.

INTRODUÇÃO:
Glup, (mostrar o cachorrinho de pelúcia) chegou primeiro a casa, antes do
nascimento de Ricardo. Assim, Glup era dono e senhor de toda a casa. No seu
cantinho, sempre estavam a comida e a água fresquinha. Quando seus donos
pegavam a correia, Glup já sabia que faria uma longa e divertida caminhada.

DESENVOLVIMENTO:
Quando Ricardo nasceu e chegou a casa, as coisas foram diferentes. Agora
Glup tinha que dormir do lado de fora da casa, onde também ficavam sua comida
e água.
Ricardo começou a caminhar, e Glup se afastava do menino, porque ele lhe
puxava as orelhas. A mamãe sempre lhe dizia para não fazer isso, porque Glup
sentia dor, mas o bebê insistia em fazer isso várias vezes.

REFLEXÃO:
Até que um dia aconteceu o que vocês estão imaginando. Glup mostrou os
dentes e rosnou para Ricardo, mas apenas fez isso, porque ele gostava muito
do bebê. Quantas vezes somos perseverantes com aquilo que não devemos fazer?
Por exemplo: brigar com os irmãos, pegar um brinquedo que não me pertence,
chutar meu amigo quando estamos jogando bola, empurrar os outros
para ser o primeiro e tantas outras coisas mais! O rei Salomão observou os cachorros
e disse: “Quem se mete na discussão dos outros é como quem agarra
pelas orelhas um cachorro que vai passando” (Provérbios 26:17, NTLH). Por
que não somos perseverantes naquilo que nos faz bem? Como nos lembrarmos
de sempre orar ao nos levantarmos; escovar os dentes antes de dormir;
mastigar com a boca fechada. Jesus disse: “Mas quem ficar firme até o fim será
salvo” (Mateus 10:22). Que perseveremos naquilo que é bom!

VALOR: Perseverança.



sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Lenços de esperança

REFERÊNCIAS: “Ó Senhor, meu Deus, em ti ponho a minha esperança; desde
jovem tenho confiado em ti” (Salmo 71:5, NTLH; ver também Jeremias 48:28).

OBJETIVO: Ter esperança e compartilhá-la.

MATERIAIS: Um lenço branco ou tecido quadrado e o lenço dos desbravadores.

INTRODUÇÃO:
Vocês sabiam que antigamente os homens colocavam um lenço branco na
cabeça para se proteger do sol enquanto trabalhavam? (Fazer mímica dos diferentes
usos.) Um tempo depois, as mulheres o usaram para cumprimentar
ou deixá-lo cair para chamar a atenção e, mais recentemente, há 500 anos, ele
começou a ser usado para limpar o nariz. Em alguns países, no caso de uma
emergência, as pessoas agitam o lenço para pedir ajuda ou para por fim a uma
guerra. E quantos outros significados os lenços têm!

DESENVOLVIMENTO:
Mas qual é o significado dos lenços dos Desbravadores? (Mostrar o lenço.)
O que as pessoas pensarão quando virem um grupo de desbravadores em uma
praça, trabalhando ou desfilando ou distribuindo alimentos aos necessitados
ou ajudando um idoso a atravessar a rua?

REFLEXÃO:
Quando parou de chover, Noé estava dentro da arca, esperando as águas
baixar, mas como poderia saber quando era o tempo de sair? Ele não tinha um
lenço branco para pedir ajuda e tampouco havia alguém do lado de fora da arca
para ajudá-lo. Porém, havia uma pomba que ele soltou para examinar a terra.
Quando ela voltou, trouxe um ramo de oliveira no bico. Que alegria sentiram todos
na arca! Eles ainda tinham esperança de viver na Terra! Vocês sabem o que
as pessoas pensam quando vêem os desbravadores? Pensam que eles são um
grupo de crianças e jovens que amam a Deus, que dão esperança e alegria às
pessoas. O Salmo 71:5 diz: “Ó Senhor, meu Deus, em ti ponho a minha esperança;
desde jovem tenho confiado em ti”. Os desbravadores têm esperança, porque
aguardam a vinda de Jesus. Você gostaria de ser um desbravador quando for
grande? Hoje você já pode começar a se preparar. Tenha esperança em Jesus.

VALOR: Esperança.



quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Perdizes poedeiras

REFERÊNCIA: “É mais feliz quem dá do que quem recebe” (Atos 20:35; ver
também 1 Samuel 26:20; Jeremias 17:11).

OBJETIVO: Ser desprendidos das coisas materiais.

MATERIAIS: Bolinhas de gude de cores diferentes. Alguém para ajudar no diálogo.

INTRODUÇÃO:
(Iniciar o diálogo com a mão fechada, apertando as bolinhas, para que
não sejam vistas. Seu interlocutor lhe pergunta:)
— Oi, (seu nome), tudo bem? (Olha para sua mão fechada.) — O que você
tem na mão?
— Em qual? Nesta? Não tenho nada! (Mostra a mão.) — E na outra não há
nada importante.
— Mas o que você está segurado? (O interlocutor agarra sua mão e força-a
até abri-la e descobrir o que você está segurando.) — Ah! Era apenas isso: bolinhas
de gude! (Ele se retira.)

DESENVOLVIMENTO:
Por que, às vezes, escondemos o que temos? Sabem por que fazemos isso?
Porque não gostamos de compartilhar. Queremos tudo para nós mesmos.
No campo, vive uma ave muito pequena que põe oito a dez ovos no chão
e, muitas vezes, quando está no ninho, cuidando dos ovos, há outros ovos que
não são dela. Essa ave é a perdiz.
Às vezes, quando ela volta para o ninho, não encontra seus ovos porque
algum animal os levou, mas ela continua chocando os ovos que não lhe pertencem.
Quando os filhotinhos nascem, ela nota que eles não pertencem à sua
família e volta a fazer outro ninho, em outro lugar.

REFLEXÃO:
A perdiz nos ensina uma grande lição. Não há proveito em acumular ou
guardar coisas. A melhor coisa é compartilhar, seguir ajudando os demais e,
se alguma vez, alguém tirou de você o que lhe pertencia, comece de novo, faça
como a perdiz – ela faz outro ninho em outro lugar. “É mais feliz quem dá do
que quem recebe” (Atos 20:35).

VALORES: Abnegação; desapego; desprendimento.



sábado, 3 de setembro de 2016

Pelicanos moderados

REFERÊNCIA: “Portanto, quando vocês comem, ou bebem, ou fazem qualquer
outra coisa, façam tudo para a glória de Deus” (1 Coríntios 10:31; ver
também Salmo 102:6).

OBJETIVO: Ser constante no que fizermos.

MATERIAIS: Um pacote de bolachinhas gostosas ou outro alimento.

INTRODUÇÃO:
(Levantem a mão para responder.) Quantos aqui ouvem em casa a mamãe
dizer: “Primeiro terminem de comer o que está na boca para então colocar outro
bocado?” (Mostrar as bolachinhas.)

DESENVOLVIMENTO:
Natália e Tiago agiam da mesma forma. Quando viam algum alimento, sobremesa
ou bebida de que gostavam, arregalavam os olhos e queriam comer
apenas isso. Sem dúvida, seus pais lhes chamavam a atenção e repetiam a famosa
frase: “Você deve comer um pouco de tudo, não apenas o que você gosta”.
Mas, quando iam às festinhas de aniversário dos amigos, quando seus pais
não estavam presentes e havia muitos alimentos gostosos para comer, enquanto
os coleguinhas brincavam, eles não saíam da volta da mesa, até que tivessem
comido tudo o que queriam.
No dia seguinte, a mamãe percebia que os filhos haviam comido em exagero,
porque não conseguiam sair da cama devido à dor de estômago.

REFLEXÃO:
Quando Deus, nosso Criador, fez o pelicano, criou-o com um bico enorme
e com um grande esôfago, parecido com uma bolsa. Embora seu bucho seja
grande, quando ele pesca, apenas engole um peixe junto com a água salgada.
Então, ele voa para o ninho e começa a triturar o peixe para seus filhotes. Em
seguida, volta a pescar para se alimentar. Muitas vezes, seu ninho fica longe da
água, até mesmo a alguns quilômetros. Esta é a única ave que ingere a água salgada
e a converte em água doce. O rei Davi observou como o pelicano, depois
de pescar, pousava sobre uma rocha, encolhia as asas e ficava quieto. Ele não
se desesperava para pescar nem para comer. Fazia tudo em seu tempo. Em 1
Coríntios 10:31, lemos: “Portanto, quando vocês comem, ou bebem, ou fazem
qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus”.

VALORES: Moderação; equilíbrio; sentido comum.



sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Que Água Gostosa!

REFERÊNCIA: “[...] Se alguém tem sede, venha a mim e beba [...] Rios de água
viva vão jorrar do coração de quem crê em mim.” (João 7:37, 38; ver também
Efésios 1:6).

OBJETIVO: Pedir a Deus que nos limpe de toda a maldade.

MATERIAIS: 1 frasco ou tubo de ensaio ou proveta, 1 garrafa de água, 1 garrafa
de óleo, uma vasilha. (Se você puder se vestir como um cientista, melhor.)

INTRODUÇÃO:
Faremos uma experiência. Temos aqui um tubo de ensaio limpo e transparente.
Colocaremos nele água pura, fresca, boa para beber. (Tome um golinho
da água antes de colocá-la no tubo.) Agitar a água no tubo e perguntar: O que
aconteceu? (Esperar as respostas das crianças.) Nada! Muito bem! A seguir,
colocarei um pouco de óleo que a mamãe usa na cozinha. Não vou bebê-lo.
Colocarei um pouquinho dele no tubo. Agora ao agitar, o que acontece? (Ouvir
as respostas.) Sim, se formaram duas camadas.

DESENVOLVIMENTO:
Pensemos por um instante. O tubo de ensaio somos nós; a água é Jesus.
Se O aceitarmos e O amarmos, cada vez teremos mais e mais dEle. O óleo é o
pecado, as coisas ruins que fazemos e que nos separam de Jesus.
Mas se não quisermos sofrer mais, se não quisermos que o pecado nos distancie
de Jesus, então temos que pedir a Ele que limpe nossa vida.
(Ir acrescentando água no tubo até eliminar totalmente o óleo.)

REFLEXÃO:
Sim, quando aceitamos a Jesus de todo o coração, nossa vida vai transbordar
do grande amor de Deus. Jesus disse em João 7:37: “[...] Se alguém tem
sede, venha a mim e beba [...] Rios de água viva vão jorrar do coração de quem
crê em mim”.

VALOR: Pureza.



sexta-feira, 19 de agosto de 2016

A louça em seu lugar

REFERÊNCIA: “Você conhece alguém que faz bem o seu trabalho? Saiba que
ele é melhor do que a maioria e merece estar na companhia de reis” (Provérbios
22:29; ver também Juízes 14:18; Oseias 10:11).

OBJETIVO: Realizar as tarefas com alegria e entusiasmo.

MATERIAIS: Colheres, garfos, pratos de plástico, pano de prato.

INTRODUÇÃO:
Todos os dias, ao meio-dia, Miguel e Marina tinham de cumprir suas tarefas
depois do almoço. Eles se revezavam lavando os pratos ou secando a louça.
Miguel demorava um pouco, mas fazia a sua parte. Porém, Marina, no dia que
lhe tocava secar a louça e guardá-la, por algum motivo, desaparecia sem dar
explicação. (Ir falando enquanto seca a louça com o pano de prato.)

DESENVOLVIMENTO:
Chegava a hora do jantar e os pratos ainda estavam no escorredor de louças.
A mamãe estava preocupada e não sabia que outra técnica utilizar. Ela se
perguntava por que Marina fugia e não fazia essa pequena tarefa. O que aconteceria
se ela tivesse uma tarefa maior ou mais importante? Então, a mamãe
teve uma ideia: Deixou de fazer algumas pequenas tarefas para Marina. Por
exemplo: não assinou o boletim escolar. Naquele dia, Marina voltou da escola
com cara de poucos amigos e antes de cumprimentar a mamãe já foi dizendo
que ela havia se esquecido de assinar seu boletim:
— Filha, qual é o problema de eu não ter assinado o boletim hoje? Talvez eu
possa fazer isso amanhã ou na próxima semana.
— Não, você não pode fazer isso. O professor chamará a minha atenção e
dirá que eu sou irresponsável. Isso não é justo! – ela disse com voz séria.

REFLEXÃO:
Então, a mamãe contou para a filha sua grande preocupação quanto às “pequenas
tarefas”. E contou-lhe sobre um animal que não é tão atraente quanto os
leões ou tão gracioso como o macaco, mas que cumpre a tarefa que lhe designam.
É o novilho que carrega uma carga muito pesada, com o jugo no lombo para
transportar o arado no campo, fazendo sulcos na terra para a plantação. Em Provérbios
22:29, lemos: “Você conhece alguém que faz bem o seu trabalho? Saiba
que ele é melhor do que a maioria e merece estar na companhia de reis”.

VALORES: Trabalho; responsabilidade.