quarta-feira, 29 de março de 2023

As contas do Sr. Miller

 OBJETIVO:

Explicar quem foi Guilherme Miller e o papel que ele teve no surgimento do movimento adventista.

RECURSOS UTILIZADOS:

Encenação. Alguém para representar Guilherme Miller e alguém para representar Lucy. Papéis com

muitos números para representar os cálculos de Miller. Uma Bíblia. A igreja pode servir de audiência

quando Miller começar a pregar.

INTRODUÇÃO:

Quem de vocês gosta de matemática? Vocês sabiam que os números fazem parte da nossa vida?

Querem ver? Como sabemos a idade que temos?

Pela contagem dos dias, meses e anos. Quando vamos seguir uma receita, os números também estão

nas medidas. Se pensarmos bem, há números por toda parte. A história de hoje é sobre um homem

que fez uma descoberta muito importante por causa de números que estavam na Bíblia.

HISTÓRIA:

Crianças, apresento a vocês o Sr. Guilherme Miller. (Entra a pessoa caracterizada segurando muitos papéis cheios de números. Deve estar concentrado, como se estivesse falando sozinho. Pode ficar sentado enquanto a história é contada.) Sabem, desde criança, ele sempre gostou de ler. Naquele tempo,

não havia luz elétrica. Para ler à noite, ele queimava pedacinhos de madeira na lareira para ter iluminação suficiente para a leitura. Quando ficou moço, Guilherme se casou com uma jovem chamada Lucy. (Entra uma moça caracterizada e coloca as mãos sobre os ombros de Miller. Ela sai.) Miller era uma pessoa em quem as pessoas confiavam. Ele foi capitão do exército dos Estados Unidos na época da guerra, em 1812. Depois que voltou para casa, Miller ajudava na leitura dos sermões na igreja. Foram essas leituras que o motivaram a estudar mais a Bíblia.

Miller começou a gostar cada vez mais de ler a Bíblia.

Certa vez, enquanto lia a Bíblia, ele descobriu algo maravilhoso. Começou a fazer cálculos e entendeu

que estava muito perto de Jesus voltar. No começo, ele ficou com vergonha de falar isso para as pessoas. Mas Deus mostrou que Miller devia pregar e dar essa boa notícia ao maior número de pessoas. Assim, ele se tornou um pregador muito conhecido. (Homem se levanta, se dirige à igreja e diz: “Como vocês puderam ver por esses cálculos, Jesus virá muito em breve! Todos nós devemos nos preparar para recebê-Lo.) Entre as pessoas que ouviram a mensagem de Miller estava a família de Ellen Harmon. Eles acreditaram sinceramente que isso logo aconteceria.

APELO:

Apesar de Jesus não ter vindo na data que Miller pensava, Deus o usou para chamar a atenção das pessoas para algo importante que estava para acontecer. As pessoas que acreditaram como Miller ficaram conhecidas como “adventistas” porque esperavam pelo advento, ou seja, a vinda de Jesus.

Miller não criou a Igreja Adventista do Sétimo Dia, mas ele foi um amigo de Deus que acreditou na vinda de Jesus até o dia da sua morte. Sabem, Miller vai ser uma daquelas pessoas que vão ressuscitar para ver Jesus voltar e realizar o que foi o maior desejo do seu coração. Acho que ele vai ter muito tempo para aprender a fazer novos cálculos quando estiver no Céu. Na verdade, ele vai ter toda uma eternidade para isso. Vamos orar e agradecer a Deus por pessoas como Guilherme Miller e pedir que Jesus volte logo.





quinta-feira, 16 de março de 2023

Acidente!

 OBJETIVO:

Falar do acidente que Ellen sofreu e como Deus a usou mesmo tendo uma saúde frágil.

RECURSOS UTILIZADOS:

livros escolares, uma lancheira, uma bolinha de papel para representar a pedra, estetoscópio (para representar os médicos).

INTRODUÇÃO:

Há momentos difíceis em nossa vida, quando temos que enfrentar situações que não imaginamos passar.

Nesses momentos, Deus promete estar conosco e nos ajudar. Ellen Harmon passou por um momento

difícil quando era criança. Mas Deus esteve ao lado dela e a ajudou a vencer suas limitações.

HISTÓRIA:

Ellen era uma menina muito estudiosa. Na verdade, ela era uma das melhores alunas de sua classe.

Como a escola daquele tempo não tinha livros para todos os alunos, a professora pedia para Ellen ler

as lições para o restante da turma. Às vezes, ela era convidada para ler para as crianças menores. Os

alunos gostavam de ouvir Ellen ler.

Ellen e sua irmã gêmea Elizabeth estavam no terceiro ano quando aconteceu algo terrível, que mudaria a  vida de Ellen para sempre. As aulas tinham acabado e as irmãs, acompanhadas de outra menina, estavam voltando para casa. Ao atravessar a praça, uma garota maior começou a xingá-las e correr atrás delas.

Elas não haviam feito nada para aquela garota e não entenderam por que ela estava agindo daquele jeito.

A melhor coisa a fazer era sair dali o mais rápido possível. Ellen segurou firme seus livros e começou

a correr. Mas, num determinado momento, quando virou-se para ver a que distância estava a menina má, Ellen foi atingida em cheio no rosto por uma pedra.

Na hora, ela caiu ao chão, inconsciente.

Com a ajuda da irmã e da amiga, Ellen foi levada para casa. Os médicos foram chamados, mas nenhum deles deu esperança de que Ellen sobrevivesse. O acidente tinha sido muito grave. A pedrada tinha sido

tão forte que havia quebrado alguns ossos de seu rosto. Ellen ficou três semanas em coma, inconsciente.

Nesse tempo, a mamãe de Ellen cuidou dela e orou para que a filha não morresse. Deus tinha planos

especiais para Ellen, e ela sobreviveu. Foi muito triste para Ellen não poder continuar estudando na

escola. Toda vez que ia ler, as palavras se embaralhavam nas páginas dos livros. Ela também não conseguia escrever, pois suas mãos tremiam.

Mas Deus estava cuidando de Ellen. E a mamãe dela, a Sra. Harmon, se tornou sua professora em

casa. Ellen gostava de observar a natureza, as árvores, as plantas, as flores.

APELO:

Antes de sofrer o acidente, Ellen tinha o sonho de ser professora. Ela pensou que esse era um sonho

impossível. Mas Deus escolheu Ellen para ser Sua mensageira e ensinar às pessoas coisas que nenhum

livro escolar poderia ensinar: o amor de Deus pelo ser humano e tudo o que Ele está disposto a fazer para nos salvar. Pode ser que vocês tenham que enfrentar algum momento difícil na vida. Mas lembrem-se sempre de que Deus está com vocês e pode transformar situações difíceis em bênçãos. A

fragilidade e a fraqueza de Ellen permitiram que as pessoas enxergassem o poder de Deus manifestado

nela. Deus também pode fazer grandes coisas por meio de vocês!




quarta-feira, 8 de março de 2023

Fórmula secreta

 OBJETIVO:

Explicar o que é jejum e qual o objetivo de praticá-lo.

RECURSOS UTILIZADOS:

Papel com a fórmula: JEJUM + ORAÇÃO = ENERGIA OU PODER. Abajur que possa ser ligado à tomada.

INTRODUÇÃO:

Quantos de vocês já ouviram falar de jejum? E quantos sabem o que é jejum? (Dar oportunidade para que as crianças respondam.) Pode parecer estranho, mas vocês sabiam que ficar sem comer por um determinado período, ou seja, jejuar, é algo bom.

Existem vários casos na Bíblia de pessoas que jejuaram quando precisavam de uma resposta especial

de Deus. E o jejum tem um significado maior do que simplesmente ficar um período sem comer. É uma

escolha que fazemos quando queremos estar mais perto de Deus e deixar nossa mente mais aberta

para entender o que Ele tem a nos dizer. Sabem qual o resultado quando juntamos jejum e oração?

Vou mostrar para vocês no fim da história. Agora quero lhes falar um pouco mais sobre o jejum.

HISTÓRIA:

Quando Jesus veio viver na Terra, Ele precisou passar por tudo o que nós passamos. Ele nasceu como

um bebê. Ele foi criança como vocês, Ele aprendeu a ler e a escrever. Ele foi à igreja... Mas, quando Se

tornou adulto, Jesus tinha um trabalho especial para realizar. Como veio para nos salvar, Ele teria que passar pela morte. Jesus sabia que essa seria uma tarefa difícil e que Ele só conseguiria ir até o fim se estivesse totalmente ligado a Deus, o Pai. Sabem, é mais ou menos como este abajur. Ele só funciona se estiver ligado à tomada. Esse fio conduz a energia e faz o abajur funcionar.

Jesus precisava estar tão ligado ao Pai como este abajur à tomada. E sabem como Jesus recebia a energia que só Deus podia dar? Orando e jejuando. Desde o início de Seu ministério, Jesus dedicava tempo à oração e ao jejum. Ele acordava bem cedinho, cedinho mesmo, e ia conversar com Seu Pai por meio da oração. Deus Se comunicava com Jesus e Lhe dava as orientações para o que fazer naquele dia. Algumas vezes, Jesus deixava de comer por alguns períodos ou Se alimentava com coisas bem leves, para que Sua mente estivesse aberta para entender o que Deus lhe dizia. Imaginem vocês que quando comemos sem parar ou comemos demais, nosso estômago tem que trabalhar muito mais para digerir toda a comida. Isso quer dizer que ele vai precisar tirar energia de outros lugares para dar conta do seu trabalho. E nosso organismo vai ficando cada vez mais cansado, e nós também. Vocês já perceberam que quando estamos com a barriguinha muito cheia, não temos vontade de fazer mais nada, e dá uma moleza...

Talvez vocês pensem que ainda são muito pequenos e que jejum é coisa pra gente grande. Mas algumas

coisas aprendemos enquanto somos pequenos. Vocês não precisam ficar um dia inteiro sem comer, mas podem experimentar ficar um dia ou mais sem comer doces ou salgadinhos, por exemplo, ou então resolver comer mais frutas e alimentos saudáveis. Vocês vão perceber a diferença e se sentirão muito melhores.

APELO:

Agora quero lhes mostrar o resultado da nossa fórmula do início. Estão vendo aqui: JEJUM + ORAÇÃO = ENERGIA OU PODER. Todas as pessoas que realizaram grandes coisas para Deus usavam essa fórmula na vida delas. Que nós também aprendamos a buscar energia na fonte certa! Estamos louvando a Deus e O servindo quando cuidamos de nossa saúde.




quarta-feira, 1 de março de 2023

O dia em que régua não foi usada para medir

 OBJETIVO:

Ensinar que é importante perdoar as pessoas.

RECURSOS UTILIZADOS:

Um estojo escolar com alguns objetos; uma régua de madeira.

INTRODUÇÃO:

Vocês já estão na escola? Ah, é muito gostoso quando começa o ano e a mamãe compra os materiais

novinhos pra gente. Dentro do estojo, ficam os lápis de escrever, a borracha, o apontador, os lápis de

cor... Tem também a régua. Para que serve a régua?

Para medir e para nos ajudar a riscar reto. A história de hoje também é sobre um dia na escola e sobre

uma régua. Só que ela não foi usada para medir. Vamos ouvir o que aconteceu.

HISTÓRIA:

Quando Ellen era criança, as escolas eram pequenas, com apenas um professor para toda a escola. As carteiras eram como bancos onde se sentavam juntos dois ou três alunos. Tudo era de madeira e bem simples.

Naquele tempo, os professores costumavam aplicar castigos aos alunos que não cumprissem suas

tarefas ou que fizessem muita bagunça.

Infelizmente, nem sempre você podia escolher com quem sentar, e então você dependia da sorte de

sentar-se ao lado de um aluno bem comportado, senão teria suportar o colega o ano todo e torcer

para não ter problemas.

Ellen não teve muita sorte com uma colega de carteira. Logo nos primeiros anos escolares, ela sentou-se com uma menina que dava muito trabalho para o professor. Ela fazia muita bagunça e não obedecia quando o professor a mandava fica quieta. Certo dia, ela fez tanta bagunça que o professor ficou muito bravo. Ele chamou a atenção dela, mas ela nem ligou. Sem pensar muito, o professor fez algo inesperado. Ele jogou a régua que estava em sua mão na carteira, mas sua pontaria não foi boa. Em vez de acertar a carteira, ele atingiu em cheio a testa de Ellen. Ai! Que desastre!

Ellen ficou muito triste pois sofreu por causa do erro de sua colega de carteira. Embora não fosse sua intenção acertar, o professor foi até ela e disse:

“Ellen, você pode me perdoar? Eu cometi um erro.” Ellen prontamente respondeu: “Claro que eu o perdoo, professor. Mas o senhor não deveria ter ficado tão nervoso. A régua poderia ter machucado

muito mais.” Acho que o professor deve ter ficado envergonhado. Afinal, réguas existem para medir e não para ferir as pessoas. Ainda bem que ele reconheceu seu erro e pediu perdão.

APELO:

Sabem, algumas vezes os adultos erram com as crianças, e outras vezes as crianças erram com os adultos. É importante que tanto adultos como crianças saibam pedir perdão e também perdoar, mesmo que o erro tenha sido um acidente ou sem querer. Deus fica muito feliz quando agimos assim, pois Ele também nos perdoa quando fazemos coisas erradas. Lembrem-se de pedir perdão sempre que errarem. E perdoem quando alguém lhes pedir perdão por algo que fizeram contra vocês. Assim, todos ficarão contentes.





quarta-feira, 22 de fevereiro de 2023

A Vaca que quase foi para o brejo

 OBJETIVO:

Mostrar que Ellen, mesmo como criança, sabia lidar com as situações difíceis de forma prática.

RECURSOS UTILIZADOS:

Um maço de capim.

INTRODUÇÃO:

Vocês já tiveram que lidar com alguma situação difícil? O que fizeram para encontrar a solução? A

história de hoje mostra que precisamos usar a inteligência que Deus nos dá quando precisamos resolver

um problema, e Ele sempre está à disposição para nos dar boas ideias por meio da oração.

HISTÓRIA:

Nós já vimos que a família de Ellen era bem grande.

Além do papai e da mamãe, ainda havia os oito filhos.

Ellen era a caçula, com sua irmã gêmea, Elizabeth.

A família Harmon não era rica e todos tinham que trabalhar para ajudar. Apesar de ter apenas 7 anos de idade, a tarefa de Ellen era cuidar de Bossy.

Em inglês, Bossy quer dizer algo parecido com alguém que manda. Que animal vocês acham que era

Bossy? Ah, era uma vaquinha marrom. Toda tarde, Ellen tinha que buscar Bossy para ser ordenhada.

A vaca gostava de Ellen e sempre a cumprimentava empurrando a cabeça grande e peluda contra a mão

da menina. Mas, naquela tarde, quando Ellen procurou por Bossy no curral, não a encontrou.

“Bossy”, gritou Ellen, “onde está você?” A menina começou a descer a colina para ver se a vaca estava

mais para baixo, no vale.

“Venha, Bossy! Venha...” Mas ela só ouviu o eco de sua voz como resposta. Nenhum mugido. Onde estaria Bossy? Ellen começou a ficar mais preocupada.

“Bossy, por favor, onde está você?”

De repente, Ellen ouviu um “muuuuuuuh” bem fraquinho e distante. A menina correu na direção de

onde vinha o som, chamando sempre pelo nome da vaquinha.

Oh, pobre Bossy! Estava com as patas presas num lodaçal. Literalmente ela estava no brejo! E não conseguia sair sozinha. Ellen começou a pensar rapidamente.

O que poderia fazer para tirar a vaca dali?

Ela já havia ouvido falar que, quanto mais o animal se mexesse, mais ele poderia afundar. Então, Ellen

teve uma ideia. Pegou um maço de capim, como este aqui, e esticando-se o máximo que conseguia

para não cair no barro, deu para a vaca. Bossy apreciou muito o capim fresquinho e ficou olhando para

sua dona, esperando mais. Em seguida, Ellen pegou mais um maço, mas em vez de colocar na boca de

Bossy, ela o colocou a uma certa distância para que o pesado animal tentasse alcançar. Foi uma ideia

muito inteligente. Sabem por quê? Porque a vaca se esforçou tanto para alcançar o capim que conseguiu

sair do lodaçal. Assim, Ellen conseguiu salvar Bossy do brejo. Seu pai ficou muito admirado quando

soube o que Ellen havia feito. Ellen também ficou feliz, porque ela sabia que Deus lhe havia dado

sabedoria para lidar com a difícil situação.

APELO:

Sabem, Ellen aprendeu desde cedo que podia depender de Deus para resolver qualquer problema.

E sempre que tinha uma tarefa difícil para fazer, ela buscava sabedoria em Deus e Ele sempre a ajudava.

A oração é um meio de Deus nos ajudar e nos dar boas ideias. E o melhor é que a gente pode fazer

uso dela a qualquer momento e em qualquer lugar.

É muito bom saber que a gente pode contar sempre com esse recurso e que a nossa igreja tem programas que nos motivam a orar também em grupos.

Afinal, para todo problema, existe uma solução!




quinta-feira, 16 de fevereiro de 2023

Milho no lugar das nozes

 OBJETIVO:

Mostrar como Ellen era bondosa e se preocupava com os animaizinhos.

RECURSOS UTILIZADOS:

Um pacotinho com milho seco e algumas nozes ou avelãs. Esquilo de pelúcia.

INTRODUÇÃO:

Bom dia, crianças! Sabem o que é isso que tenho aqui nas minhas mãos? (Mostrar as nozes ou avelãs.) 

Esse é um alimento bastante apreciado pelo esquilinhos.

E eles gostam de guardá-las em suas tocas, especialmente quando o inverno está se aproximando.

Ellen era uma menina que amava os animais e se preocupava com eles. A história de hoje conta como

Ellen resolveu um problema envolvendo os esquilos.

HISTÓRIA:

Era um dia de outono e Ellen estava brincando com seus vizinhos em um grande bosque. Os passarinhos cantavam, felizes, enquanto as crianças corriam de um lado para o outro.

“Ei, vejam o que encontrei aqui nesta árvore”, disse um dos garotos, enfiando a mão numa parte oca do

tronco. As crianças se aproximaram para ver qual teria sido a grande descoberta.

O menino encheu a mão e mostrou o punhado de nozes. Em pouco tempo, as outras mãos também

ficaram cheias de nozes. Os garotos não perderam tempo e começaram a guardar as nozes nos bolsos.

Ellen logo entendeu o que estava acontecendo.

Com certeza, aquelas nozes tinham sido guardadas pelos esquilinhos para servir de alimento para

eles no inverno.

“Vocês não deveriam pegar essas nozes”, Ellen disse com preocupação. “Além de não nos pertencerem,

elas vão fazer falta para os esquilinhos, que trabalharam muito para armazená-las.”

A maioria dos meninos deu risada e nem ligou para o que Ellen estava dizendo. Uma garota quebrou

uma das nozes e, enquanto comia, disse: “Os esquilos podem conseguir outras. Eles têm muito tempo

ainda até o inverno.”

Mas Ellen não concordou com aquela atitude. Ela foi correndo até sua casa e encheu um saquinho

com milho seco. (Mostrar o milho.) Então voltou ao bosque e começou a encher a toca dos esquilos

com o milho.

“Sinto muito que tenham levado suas nozes”, ela disse. “Talvez não gostem tanto do milho quanto

das nozes, mas é o melhor que pude conseguir.”

Desde bem pequena, Ellen amava os animaizinhos e procurava ser sempre bondosa com eles.

APELO:

Nós também devemos ser bondosos com os animais, e não devemos permitir que façam maldade com eles. Quando tratamos bem os animais, Jesus também fica feliz conosco, porque Ele também ama os animais. Afinal, eles também são seres criados por Deus. Lembrem-se de sempre fazerem o bem aos animaizinhos. Uma boa ideia é preparar um alimentador para pássaros. Custa barato e eles ficarão contentes de visitar vocês todos os dias!





quinta-feira, 9 de fevereiro de 2023

A família de Ellen

 OBJETIVO:

Introduzir a história de Ellen White, contando um pouco sobre sua infância.

RECURSOS UTILIZADOS:

Alguns livros e uma foto de EGW, encenar com membros da igreja a família caracterizada, as filhas

maiores podem segurar duas bonecas iguais (para representar as gêmeas).

INTRODUÇÃO:

Nos últimos sábados, vocês aprenderam sobre as maneiras que Deus usa para Se comunicar com as

pessoas. Uma dessas maneiras é por meio dos profetas.

Com certeza, vocês já ouviram de uma mulher chamada Ellen G. White. (Mostrar a foto.) Ela

é conhecida como a profetisa de Deus para o nosso tempo. Deus revelou coisas importantes a ela,

e tudo isso ficou registrado em livros. Aqui estão alguns deles. Mas, antes de falar sobre o ministério

dela como profetisa, a partir de hoje, vamos conhecer um pouco melhor as histórias da vida dela, começando com a infância. Existe muita coisa legal e tenho certeza de que vocês vão gostar.

HISTÓRIA:

Foi há muito tempo, quase duzentos anos atrás, em 26 de novembro de 1827, que nasceu na pequena

vila de Gorham, no estado do Maine, nos Estados Unidos, uma garotinha chamada Ellen. O curioso é

que ela não nasceu sozinha, pois ela tinha uma irmã gêmea, chamada Elizabeth.

Os pais de Ellen se chamavam Robert e Eunice. (Entra a família caracterizada.) Ellen recebeu o sobrenome da mãe, Gould, e Harmon, do pai. Por isso, seu nome de solteira era Ellen Gould Harmon.

Quando as gêmeas nasceram, na família já havia seis crianças (contar nos dedos): Caroline (15 anos),

Harriet (13 anos), John (12 anos), Mary (7 anos), Sara (5 anos) e Robert Jr. (2 anos).

Os irmãos de Ellen e de Elizabeth ficaram muito felizes com a chegada das gêmeas. Agora a família

estava completa!

Todas as manhãs, antes de tomarem a refeição, o senhor Harmon reunia a família para o culto. E todas

as tardes, antes que as crianças fossem colocadas na cama, a família lia a Bíblia, a Palavra de Deus.

Então todos se ajoelhavam e o papai fazia a primeira oração. Depois, a mamãe orava e, em seguida,

cada filho fazia uma oração.

Aos domingos, a família ia à Igreja Metodista. Ellen cresceu amando a Jesus. Ela gostava muito de

contemplar a natureza e tinha grande carinho pelos animaizinhos. Ellen ainda não sabia, mas Deus

tinha um trabalho muito importante para ela realizar.

No próximo sábado, vamos conhecer um pouco mais sobre ela.

APELO:

Hoje, pense em como você também pode ser usado por Deus para realizar um grande trabalho para Ele.

Mesmo que você seja apenas uma criança, Deus tem grandes planos para a sua vida. Assim como a

família de Ellen, devemos procurar ter comunhão com Deus todos os dias. Precisamos saber usar bem

o nosso tempo e permitir que os planos de Deus se cumpram em nossa vida. Vamos orar e dizer para

Ele que queremos servi-Lo de coração? (Orar.)